quinta-feira, fevereiro 02, 2006

Psychedelic Furs



Esta banda britanica formada em 1978, fundiu elementos punk com rock psicadelico e apresenta-nos um som diferente de grand parte do rock da sua época, utilizando algumas vezes outros instrumentos alem da guitarra, baixo e bateria inserindo-os na musica de uma forma bastante coerente.

Atingiu os tops por algumas vezes, em 1988 com "All That Money Wants" o primeiro lugar no US Modern Rock e mais duas vezes em 1989, o primeiro lugar com "House" e o oitavo com "Should God Forget" tambem no US Modern Rock.

Uma das bandas que pertenceu ao chamado movimento post-punk(que deu origem ao rock gotico) juntamente com bandas como joy division, durante a sua inicial carreira afastou-se cada vez mais do punk para uma musica com uma orientação pop mas voltando novamente ao estilo inicial após o album "Book of Days".

Embora tenha sofrido alterações nos elementos da banda os actuais membros são John Ashton na guitarra, Richard Butler na voz, Tim Butler no Baixo e Vince Ely na bateria.

Uma banda que embora não seja das minhas favoritas recomendo pela sua sonoridade que nos leva até a uma das épocas mais produtivas que já existiu no rock e na musica em geral.



http://www.sonymusic.com/artists/PsychedelicFurs/

Cypher

Um excelente filme de ficção cientifica de Vincenzo Natali, mesmo realizador do filme "O Cubo" e com participação nas series televisivas "PSI Factor" e "Terra: O Conflito Final".

Nomeado em 2003 para melhor filme no fantasporto e Vencedor dos premios de melhor actor e melhores efeitos especiais.

O filme conta-nos a historia de um homem, Sullivan(Jeremy Northam), que começa a trabalhar como espião industrial para uma empresa mundial de computadores.
A sua tarefa, gravar discursos em convenções americanas, embora simples esconde o real objectivo da empresa que ele com a ajuda de uma misteriosa mulher irá descobrir.
Tem um bom final, um pouco inesperado até, diferente dos actuais filmes de ficção.

Fica aqui esta sugestão para quem gostar de ficção cientifica e quiser algo um pouco diferente dos ultimos sucessos neste campo.


Cypher na IMDB

quarta-feira, fevereiro 01, 2006

Exposição Temporária no CCB

O Desenhador Compulsivo Desenhos de Abel Salazar
CCB / Fundação Mário Soares / Fundação Abel Salazar
31 de Março a 28 de Maio 2006
das 10h às 19h, de terça a domingo
Galeria 3

Nos termos do protocolo de cooperação com a Universidade do Porto e a Associação para o Desenvolvimento da Casa-Museu Abel Salazar, a Fundação Mário Soares tem vindo a proceder ao tratamento e reprodução integral do espólio documental e fotográfico do Prof. Abel Salazar, bem como à inventariação e conservação (com diversas intervenções de restauro), registo fotográfico e digitalização da vasta colecção dos seus desenhos, que constituem o objecto desta exposição. A obra artística de Abel Salazar inclui, além dos referidos desenhos, esculturas, manequins, pinturas, paisagens, cobres martelados, retratos a óleo e trabalhos em gravura: águas fortes, pontas secas e monotipias.

Esta exposição representa a oportunidade de ver uma pequena parte desse espólio através de uma selecção de cerca de 150 desenhos, até hoje praticamente desconhecidos do grande público.“Abel Salazar, o médico, o artista, o escritor, é um espectador atento. Obsessivo. Frente ao real, o médico instala a sua capacidade de observação e, talvez porque médico, dirige-a essencialmente sobre o corpo humano, toma-o como referência essencial."

Link: http://www.ccb.pt/ccb/index.php

Primeira gravação completa de "A clemência de Tito", de Mozart, em CD

A Decca edita esta semana alguns registos históricos de Wolfgang Amadeus Mozart, nomeadamente a primeira gravação completa de "A vingança de Tito", no âmbito das comemorações dos 250 anos do nascimento do músico.

As gravações, algumas pela primeira vez em CD, apresentam nomes de cantores como Teresa Berganza, Luciano Pavarotti e Ileana Contrubas e de maestros como Herbert von Karajan, Georg Solti ou John Pritchard.

A gravação mais antiga data de 1967 e foi a primeira gravação completa de "A Clemência de Tito", estreada em 1791 na Ópera de Praga.

Teresa Berganza, Wermer Krenn e Maria Casula são as cabeças de cartaz, enquanto o maestro húngaro István Kertész dirige a orquestra e coro da Ópera Nacional austríaca.

Duas outras recuperações para digital são das óperas "Così fan tutte", gravada em 1974, e "As bodas de Fígaro", gravada em 1979.
Teresa Berganza, Pilar Lorengar, Ryland Davies e Tom Krause desempenham os principais papéis de "Così fan tutte".
George Solti dirige a Filarmónica de Londres e o Coro de Convent Garden na ópera "Così fan tutte".
O barítono finlandês Tom Krause é o protagonista de "As bodas de Fígaro", que conta ainda com os desempenhos de Anna Tomowa-Sintow, Ileana Contrubas e José van Dam.
O maestro austríaco Herbert von Karajan, falecido em 1989, dirige a Filarmónica de Viena na ópera "As bodas de Fígaro".

No âmbito deste conjunto de edições, pela primeira vez em digital, a Decca reedita também a "Idomeneo", gravada em 1988 com Luciano Pavarotti no principal papel.
Ao lado do tenor italiano estão Agnes Baltsa, Lúcia Popp, Edita Gruberova e Leo Nucci. O Coro da Ópera de Viena e a Filarmónica que nterpretam esta ópera são dirigidos por John Pritchard.
A ópera, cujo cenário é a guerra de Tróia (Antiguidade Clássica), foi composta por Mozart em Munique, em 1780, e estreou em Janeiro do ano seguinte no Residenztheater.
Fonte: Agência Lusa

Exposição Temporária no CCB

BES Photo 2005
Produção: CCB e BES
20 de Janeiro a 5 de Março 2006
de terça a domigo, das 10h às 19h;
última entrada às 18h15 Galeria 2, Piso -1
Preço: € 3,50; Cartão Estudante, dos 13 aos 25 anos,
Cartão Professor CCB e maiores de 65 anos: € 1,75,
Crianças até aos 12 anos: € 0,50

O Prémio BES Photo nasceu de uma parceria entre o BES e o CCB com o objectivo de promover a excelência da arte fotográfica criada por portugueses. Inserido na aposta que o BES tem feito na fotografia, a segunda edição deste prémio anual integra dois momentos: a exposição colectiva de obras dos 4 fotógrafos seleccionados, e a atribuição de um prémio no valor de 15.000€ ao artista vencedor.Os artistas convidados para a exposição BES Photo 2005 são António Júlio Duarte, José Luís Neto, José Maçãs de Carvalho, Paulo Catrica, que na opinião do Júri de Selecção – David Barro, Margarida Medeiros, Miguel Amado, Miguel von Hafe Pérez e Sandra Vieira Jürgens – realizaram entre 1 de Julho de 2004 e 30 de Junho de 2005 as mostras de maior interesse no âmbito da fotografia portuguesa actual.

O Júri de Premiação, composto por Bernardo Pinto de Almeida, Isabel Carlos, João Mário Grilo, Paul Wombell e (outro nome a confirmar) decidirá a quem atribuir o Prémio BES Photo 2005, após a apreciação dos trabalhos expostos, alguns criados especialmente para esta ocasião. A primeira edição deste prémio, cuja exposição decorreu no CCB entre Janeiro e Fevereiro de 2005, reuniu trabalhos inéditos de Helena Almeida (vencedora do BES Photo 2004), João Tabarra, Vítor Pomar e Nuno Cera.
ATRIBUIÇÃO DO PRÉMIO: A 14 de Fevereiro (a confirmar)

terça-feira, janeiro 31, 2006

Pervertimentos - Peça de teatro em Évora

Sinopse:

“Meia dúzia de pequenos textos que jogam com os diferentes elementos do jogo teatral. A transformação dos mecanismos perceptivos do espectador, o despojamento do efeito espectacular; procura-se o grau zero do teatral e o actor ganha especial importância, exploram-se os limites confusos entre actor e personagem, entre representação e fruição. As personagens, muitas vezes cientes da sua existência ficcionada, jogam com as palavras, esvaziam-nas de significado ou enchem-nas até que rebentam…
O título da obra sugere-lhe inconfessáveis prazeres, apresentados, claro, com o adequado revestimento intelectual? Ou pensa que se trata de uma dessas obras modernas sem pés nem cabeça, herméticas, estranhas, que deixam o pobre do espectador sem perceber nada?”

Encenação: Victor Zambujo //
Cenografia: Inês de Carvalho //
Elenco: Ana Meira, Rosário Gonzaga e Victor Zambujo

Estreia: 2 de Fevereiro, às 21h30
Horário: De 2 a 11 e 21 a 25 de Fevereiro às 21h30 De 14 a 18 às 18h30

Informações e marcações prévias através do Tel.: 266 703 112
Email: cendrev@mail.evora.net
Site: www.evora.net/cendrev

(Informação enviada por email por uma eborense)

Tertúlia Artística só em Évora... ;)

Este fim-de-semana, ao falar com alguns contribuidores na Tertúlia Semanal em Évora (tem acontecido quase todas as sextas ou sábados à noite mas nunca com todos os membros do blog... infelizmente) chegámos a um consenso em relação à Tertúlia no Blog... apesar do grande esforço do Filipe ;) achamos melhor desistir de uma tertúlia com dias fixos aqui e fazê-la, como até hoje, pessoalmente em Évora... de forma descontraída.
Para os que vêm de longe podemos definir um dia em Évora e, apesar de saber que alguns dos contribuidores estão impossibilitados geograficamente de estar presentes aqui fica o convite a todos os outros... sabem como me contactar mas o dia ainda está por definir...
Todos temos pouco tempo e não vale a pena estar a sobrecarregar apenas alguns de nós. Tal como prometi tentámos... mas não vale a pena... vamos continuar como até aqui a colocar posts de cultura, arte e literatura conforme o tempo, disponibilidade e desejo de cada um! ;)

Linkin Park (Partilha Musical à Terça)

Hoje, e porque a coragem é vital para alcançar os nossos objectivos ainda que nos matemos a consegui-lo, deixo aqui esta letra dos Linkin Park. Aproveitem!

Easier To Run

Its easier to run
replacing this pain with something numb
its so much easier to go
than face all this pain here all alone
something has been taken
from deep inside of me
a secret i've kept locked away
no one can ever see
wounds so deep they never show
they never go away
like moving pictures in my head
for years and years they've played
if i could change i would take back
the pain i would
retrace every wrong move that i made
i would if i could
stand up and take the blame i would
if i could take all the shame to the grave i would
sometimes i remember
the darkness of my past
bringing back these memories
i wish i didn't have
sometimes i think of letting go
and never looking back
and never moving forward so
there would never be a past
just washing it aside
all of the helplessness inside
pretending i don't feel so misplaced
is so much simpler than change
its easier to run
replacing this pain with something numb
its so much easier to go
than face all this pain here all alone

Linkin Park

segunda-feira, janeiro 30, 2006

Siddartha (Partilha Literária à Segunda)


Siddartha
Autor: Hesse, Hermann
Editora: Minerva (Editorial)


Género: Ficção
Idioma: Português
Ano de Publicação da 1ª Edição: 1922
Ano de Publicação da Edição Corrente: 1997
Local de Publicação: Lisboa
Titulo Original: Siddartha
Tradutor: Fernanda Pinto Rodrigues

Opinião:
Este livro vai acompanhar-me durante a vida inteira. É um cofre de metamorfose - das metamorfoses dos homens. Da mudança e do medo de mudar.
Extracto:
"As palavras não exprimem muito bem os pensamentos. Estes tornam-se sempre um pouco diferentes logo após serem exprimidos, um pouco deformados, um pouco idiotas. E, no entanto, também me agrada e parece certo que pareça a um homem idiotice o que a outro parece ter valor e sabedoria."

quinta-feira, janeiro 26, 2006

Apocalipse Now (Partilha Cinematográfica à Quinta)



Título Original: Apocalipse Now
Género: Guerra
Origem/Ano: EUA/1979
Direcção: Francis Ford Coppola

Alguns dos actores:
Marlon Brando
Robert Duvall
Martin Sheen
Laurence Fishburne
Dennis Hopper
Harrison Ford

Sinopse:
A história relata a jornada do capitão Willard (Sheen - na foto em cima), um oficial da inteligência do exército americano, enviado numa perigosa missão até o Cambodja para destruir "totalmente" um coronel americano desertor chamado Kurtz (Brando), que está fora de controlo e louco. Kurtz controla uma tribo de montanheses numa selva remota repleta de crânios e corpos em decomposição. Durante a jornada pelo rio Willard conhece o coronel Kilgore (Duvall) que lidera o seu esquadrão de helicópteros ao som de Wagner e comanda um campeonato de surf mesmo com os inimigos atirando sem parar. Willard segue seu destino num barco-patrulha da Marinha com quatro tripulantes que servem como o microcosmo da força de guerra americana: o chefe do barco (Albert Hall), afro-americano, um ex-taxista que tenta manter-se vivo e jovem usando drogas; Chef (Frederic Forrest) um cozinheiro de New Orleans que entrou para a marinha porque achava que a comida era melhor que no exército; Clean, um adolescente negro do Bronx (interpretado por Laurence Fishburne, de 14 anos) e Lance, um surfista da Califórnia convocado para a guerra (Sam Bottoms). À medida que o barco segue em direcção ao Cambodja, tudo parece estar sob o domínio da ilusão, da loucura. . . . e das sombras obscuras do coração humano. Coppola procurou "criar uma experiência que fizesse o público sentir o que era o Vietname: a urgência, a loucura, a diversão, o horror, a sensibilidade e o dilema moral da guerra americana mais surreal e obscura."
É daqueles filmes que têm de ser vistos porque valem a pena e são ícones do cinema mundial. Já o viram de certeza :-)
Prémios:
Óscar de Melhor Fotografia e Som.
Nomeações para Melhor Filme, Director e Actor secundário (Robert Duvall).
Golden Globe Award para Melhor Filme, Actor secundário (Robert Duvall) e banda sonora. Palma de Ouro no Festival de Cannes.
Links:

quarta-feira, janeiro 25, 2006

Philip Guston (Partilha Pictórica à Quarta)

Sleeping, 1977
Nasceu em 1913 em Montreal (Canadá) e morreu em 1980 em Woodstock (EUA)
Encontrei este artista, por acaso, numa pesquisa para Literatura Portuguesa Contemporânea... pois é, gosto de analogias estranhas entre Literatura e Arte... :)
Uma característica das obras de Guston é o facto de estarem muitas vezes ligadas por uma árvore genealógica - muitas pinturas foram desenvolvidas a partir de elementos de trabalhos anteriores.
Dizia ele:
"Pintar é voltar sempre a começar pelo princípio, sendo-se, no entanto, incapaz de ignorar os argumentos habituais sobre o que te vês a pintar. A tela na qual se trabalha modifica as anteriores numa cadeia infindável, desconcertante, que parece nunca terminar."
Philip Guston não gostava de ser considerado expressionista abstracto e opunha-se à ideia de que a pintura podia ser inteiramente realizada através de uma simples auto-investigação do meio.
Dizia ele, na década de 1960:
"Aliás não me recordo de em nenhum dos encontros que tive com pintores daquele período, essa palavra ter sido trocada. Ninguém alguma vez disse, sou expressionista abstracto tal-e-tal."
No início da década de 1950, a pintura de Guston consistia em pinceladas verticais e horizontais, aplicadas espessamente, ou cruzando-se e neutralizando-se mutuamente, tornando-se mais densas em direcção ao centro da pintura e aumentando a intensidade da cor. É como se uma espécie de véu em movimento, "uma neblina de tons atenuados" tivesse sido colocado sobre os motivos. Esta orientação axial das pinceladas tem sido muitas vezes comparada às pinturas de Piet Mondrian (conhecem? poderá ser um próximo post), dos meados da década de 1910.
Gaston descreveu as obras - figurativas ou abstractas - de artistas que o estimulavam como sendo "organismos vivos" e o processo de pintura como um diálogo com a pintura, cujo significado era de fácil acesso até para o próprio pintor.
Alguns críticos consideravam a sua pintura uma repressão de experiências traumáticas, privadas ou sociais, nas décadas de 1930 e 1940 e que voltaram como uma "vingança" em finais da década de 1960. Na década de 1930, por exemplo, as suas pinturas estavam repletas de actos macabros dos racistas do Ku Klux Klan - um motivo que voltou a aparecer nas suas pinturas na década de 1960.
Um artista para relembrar ou descobrir...
Fonte:
Taschen
Links:

terça-feira, janeiro 24, 2006

Royksopp (Partilha Musical à Terça)


Confesso que não conhecia esta banda. Ouvi há uns dias atrás, no canal MTV, uma música deles que não me sai da cabeça( fez-me lembrar Bjork). Queria saber se vocês os conhecem, se gostam ou não, etc. Esta imagem é a capa do novo álbum "The Understanding".
Deixo-vos a letra da tal música que não me sai da cabeça :))






What Else Is There?

It was me on that road
But you couldn't see me
Too many lights out, but nowhere near here

It was me on that road
Still you couldn't see me
And then flashlights and explosions

Roads end getting nearer
We cover distance but not together

I am the storm I am the wonder
And the flashlights nightmares
And sudden explosions

I don't know what more to ask for
I was given just one wish

It's about you and the sun
A morning run
The story of my maker
What I have and what I ache for

I've got a golden ear
I cut and I spear
And what else is there

Roads and getting nearer
We cover distance still not together

If I am the storm if I am the wonder
Will I have a flashlights nightmares
And sudden explosions

There's no room where I can go and
You've got secrets too

I don't know what more to ask for
I was given just one wish

A Tertúlia...

Olá a todos os contribuidores e artistas que nos visitam!
Hoje, decidi colocar visível a iniciativa Tertúlia Artística para que possamos começar em força. Calma... podemos começar em força, apenas na próxima semana. :)
Mas sinto que estamos todos perdidos em tanto trabalho e que a ideia tem ficado pelo desejo apenas e não pela sua concretização e decidi agir.
Claro que sei que vai ser muito difícil consegui-lo mas vamos tentar, ok? ;)
Agora, que já somos bastantes (e ainda seremos mais) tenho a certeza que conseguiremos colocar pelo menos um post em cada um dos dias escolhidos. Depois de algumas conversas com contribuidores e, de forma a tentar ser coerente e aceitar as ideias de todos, decidi o seguinte calendário:
Partilha Literária à Segunda
Partilha Musical à Terça
Partilha Pictórica à Quarta
Partilha Cinematográfica à Quinta

Nos restantes dias podemos colocar tudo o resto (que temos feito) - desde inaugurações de espaços culturais, a peças de teatro em cena, a exposições... enfim, tudo o que considerarem ARTE e CULTURA.

Sei que , apesar da falta de tempo, tentaremos todos fazer o nosso melhor! Se não concordarem ou quiserem dar mais ideias... por favor, façam-no, também é para isso que o blog existe! :)

domingo, janeiro 22, 2006

System of a Down

Link: http://www.systemofadown.com/

System of a Down tem um som altamente. Os quatro membros da banda que vivem em L.A. desenvolveram a sua melodiosa e hard music na década de noventa. Têm raízes internacionais e são influenciados por muitos tipos de música - folclore arménio, ritmos tribais, hip hop e gótica.
Posso dizer-vos que esta banda tem grande criatividade musical.

Mas para quê usar mais palavras? Deixo-vos com uma das músicas que mais gosto deles:

Sad Statue

Conquest to the lover
And your love to the fire
Permanence unfolding in the absolute
Forgiveness is the ultimate sacrifice
Eloquence belongs to the conqueror
The pictures of time and space are rearranged
In this little piece of typical tragedy
Justified candy
Brandy for the nerves
Eloquence belongs to the conqueror
You and me
We'll all go down in history
With a sad Statue of Liberty
And a generation that didn't agree
You and me
We'll all go down in history
With a sad Statue of Liberty
And a generation that didn't agree
I forgot to
I forgot to let you know that
Justified candy
Brandy for the nerves
Eloquence belongs to the conqueror
Conquest to the lover
And your love to the fire
Permanence unfolding in the absolute
Forgiveness is the ultimate sacrifice
Eloquence belongs to the conqueror
You and me
We'll all go down in history
With a sad Statue of Liberty
And a generation that didn't agree
You and me
We'll all go down in history
With a sad Statue of Liberty
And a generation that didn't agree
Generation
What is in us that turns a deaf ear to the cries of human suffering
Suffering, suffering now
You and me
We'll all go down in history
With a sad Statue of Liberty
And a generation that didn't agree
You and me
We'll all go down in history
With a sad Statue of Liberty
And a generation that didn't agree
Generation
Belonging
Belonging to

sábado, janeiro 21, 2006

Então digam-me lá quem é que escreveu esta frase e de que livro é? Hoje ainda estou pior... apetece-me fazer-vos pensar :-)
«Sou como uma estátua de pedra sentada num banco de pedra olhando um muro de pedra.»

sexta-feira, janeiro 20, 2006

Gorillaz - para descontrair... :-)


Gorillaz é uma banda virtual com quatro elementos ficcionais: 2D, Murdoc, Noodle e Russel que tocam uma grande variedade de estilos musicais: Rap, Hip-Hop, Punk, Ska, ou mesmo, Heavy Metal. A banda foi criada por Damon Albarn da banda Blur e Jamie Hewlett o criador da BD Tank Girl. Cada menbro da banda tem uma história "virtual" inventada... vale a pena ler :-)
O primeiro álbum da banda - "Gorillaz" de 2003 vendeu mais de 3 milhões de cópias e ganhou lugar no livro do Guiness por serem a banda virtual com mais sucesso do planeta.


Link: http://gorillaz.com

Haveria muito para dizer mas deixo-vos com a curiosidade (para quem não os conhece) e vontade de os descobrir. Existem algumas animações com os Gorillaz que se intitulam: Gorilla Bites, que merecem ser vistas.

"The Eel"
"Hey! Our Toys Have Arrived"
"Fancy Dress"
"Free Tibet Campaign"
"Game Of Death"
"Gorillaz Talent Quest"
"Gorillaz On Set"
"Jump The Gut"

Já devem conhecer masssssss Música É cultura! :-) e "hoje deu-me pra isto!" :-))

quinta-feira, janeiro 19, 2006

Um Filme à Quinta II

CINEMA PARADISO

Um filme de Guiseppe Tornatore
Antes de mais nada, quero agradecer o convite para participar neste blog e pedir desculpa pela demora em "produzir" um primeiro post.
Nada como assinalar um dos filmes da minha vida para dar início a esta colaboração. Cinema Paradiso é um filme que retrata as emoções, o romantismo, as viagens pelos caminhos da memória, a melancolia, a alegria e a tristeza...
Peço desculpa pela transcrição do diálogo que se segue ser em inglês. Tal como acontece na literatura, maior parte das minhas referências são nesta língua. Como vi este filme quando ainda vivia em Inglaterra... justifica-se. Seja como for, a linguagem deste filme é exactamente como a do amor: universal.
*
Alfredo: Living here day by day, you think it's the center of the world. You believe nothing will ever change. Then you leave: a year, two years. When you come back, everything's changed. The thread's broken. What you came to find isn't there. What was yours is gone. You have to go away for a long time... many years... before you can come back and find your people. The land where you were born. But now, no. It's not possible. Right now you're blinder than I am.
Salvatore: Who said that? Gary Cooper? James Stewart? Henry Fonda? Eh?
Alfredo: No, Toto. Nobody said it. This time it's all me. Life isn't like in the movies. Life... is much harder.

segunda-feira, janeiro 16, 2006

Elizabethtown de Cameron Crowe


Pouco tempo, mas sinto-me na obrigação de partilhar convosco um grande filme. É uma comédia romântica, mas é também muito mais do que isso, é Elizabethtown de Cameron Crowe. Uma viagem à América profunda, mostrando o turbilhão de sentimentos que a personagem principal Drew (Orlando Bloom) tenta esconder. Encontrou o fracasso completo e vai tentar por fim à sua vida, quando recebe a notícia da morte do pai. Não revelo mais para que este post se não transforme num spoiler que vos afaste do filme. Há momentos de grande intesidade dramática nos quais a comédia funciona extraordinariamente bem como comic relief. É um pequeno filme, sim mas filmado com paixão, paixão também pela música que Cameron Crowe revisita depois de Almost Famous. Cada momento do filme é complementado pela música perfeita.
Destaco também os excelentes desempenhos de Orlando Bloom, Susan Sarandon, e claro Kirsten Dunst (eu sei que parece fixação, e é) e o hilariante cameo de Alec Baldwin.

sábado, janeiro 14, 2006

Tertúlia Artística - Os melhores livros de 2005!



Quais os livros que mais gostaste de ler, em 2005?

Não tem que ser uma lista exaustiva. Mas uma amostra dos livros (podem ser cinco) que melhor ilustram as leituras que mais te marcaram no ano que passou.

Eis a minha lista:
1. Génese, António Ramos Rosa (Roma)
2. Il Deserto dei Tartari, Dino Buzzati (Mondadori) - Trad. portuguesa da Cavalo de Ferro
3. À Espera no Centeio - The Catcher in the Rye -, J.D.Salinger (Difel)
4. Le Poesie, Cesare Pavese (Einaudi)
5. Edwad Hopper (1882-1967), Rolf G. Renner (Taschen)

Fico à espera das vossas listas, chissà sugestões de leituras para este ano?!

quinta-feira, janeiro 12, 2006

Tertúlia Artística


Este post é o início de uma tertúlia que me foi prometida pela administradora do blog, Sandra. Sempre adorei a ideia de pessoas com gostos tão variados poderem partilhar gostos literários, musicais e cinematográficos, enfim, artísticos! Então aqui tens Sandrinha! :-) Há tempos só faltava dares-lhe um nome mas até já o tens! "Cultura, Arte & Literatura"

Sendo assim, e muito timidamente, começarei por dizer-vos que escolhi para minha primeira apresentação tertuliana um filme.

"Mar Adentro" com a direcção de Alejandro Amenábar



Ramón está preso numa cama há quase 30 anos. A sua única janela para o mundo é a do seu quarto, perto do mar onde viveu e sofreu muitos anos até um acidente o ter deixado tetraplégico. Desde então, Ramón luta pelo direito à eutanásia. Duas mulheres vão mudar a sua vida: uma, advogada, apoia a sua luta; a outra, uma vizinha, tenta convencê-lo de que vale a pena viver.

Esta é a história real de alguém que lutou durante 30 anos a favor da eutanásia e do seu direito de morrer. É arrepiante e tão verdadeiro que mesmo aqueles que não são a favor da eutanásia tomam as dores de Ramon e compreendem o porquê do seu desejo de morte. É uma história de amor, de partilha, de luta, de dor.

Prémios e nomeações:
óscares:
vencedor em filme estrangeiro; nomeação para caracterização;

globos de ouro: vencedor em filme estrangeiro; nomeação para actor drama (Javier Bardem); veneza: vencedor em filme internacional, Grande Prémio do Júri e actor (Javier Bardem); nomeação para Leão de Ouro.

Links:

Site Oficial www.mar-adentro.com

Trailer visionar

imdb www.imdb.com/title/tt369702

http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/filmes/mar-adentro/mar-adentro.htm