
O gosto pela escrita foi desenvolvido ainda em criança, sendo sempre um prazer para o autor fazer as composições escolares. No entanto, esse gosto foi-se dissipando conforme foi avançando no seu percurso escolar, surgindo novamente em meados dos anos 90, altura em que escreveu alguns poemas, principalmente influenciado pelas escolhas musicais da época. Mas foi a partir de 2004 que Duarte Temtem começou a escrever assiduamente. Inicialmente preso aos conceitos de forma e rima, mais tarde, à medida que foi conhecendo outros autores, as preocupações formais foram sendo abandonadas.
As suas principais referências literárias são José Agostinho Baptista (principalmente a obra "Agora e na Hora da Nossa Morte"), Al Berto e Herberto Hélder.
O título "o poema insone" prende-se com o facto de Duarte Temtem escrever exclusivamente durante a noite, noites essas que geralmente se arrastam até às sete horas da manhã. A poesia deste livro está impregnada de ambiguidade de sentidos, onde predominam a melancolia e soturnidade. Esta pungência define-se por recorrentes alusões à solidão, a uma dor intensa e a uma finitude que desagua incorrigivelmente na morte.
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Em 2000, José Luís Peixoto publicou o seu primeiro romance, Nenhum Olhar. No ano seguinte ganhou o prémio José Saramago. Depois a obra foi traduzida em várias línguas. É hoje considerado um dos mais importantes jovens autores europeus.