sábado, dezembro 02, 2006

Exposição oficial "Star Wars"


A aeronave Naboo N-1 e os fatos originais do vilão Darth Vader e do mestre Jedi Yoda, duas das personagens centrais da saga cinematográfica "Star Wars – Guerra das Estrelas", são algumas das atracções de uma exposição itinerante que Lisboa recebeu.

Promovida pela produtora de espectáculos Uau, a exposição "Star Wars" permanecerá até ao dia 14 de Janeiro no Museu da Electricidade, em Belém, ocupando uma área de dois mil metros quadrados, onde se recriam alguns dos cenários nos quais se passa a acção dos filmes.

Aí, exibem-se centenas de objectos originais que integram o universo da ficção científica imaginado pelo realizador norte-americano George Lucas, entre os quais a nave Naboo N-1, com dez metros de comprimento, e os fatos de personagens como o felpudo Chewbacca e a rainha Padmé Amidala.

No Museu da Electricidade, será possível assistir a documentários exclusivos sobre a aventura, além de poder ver todos os episódios da "Guerra das Estrelas", desde o primeiro filme, "Uma nova esperança", de 1977, até "A Vingança dos Sith", de 2005.

Promovida pela produtora de espectáculos Uau, a exposição "Star Wars" permanecerá até ao dia 14 de Janeiro no Museu da Electricidade, em Belém, ocupando uma área de dois mil metros quadrados, onde se recriam alguns dos cenários nos quais se passa a acção dos filmes.

Aí, exibem-se centenas de objectos originais que integram o universo da ficção científica imaginado pelo realizador norte-americano George Lucas, entre os quais a nave Naboo N-1, com dez metros de comprimento, e os fatos de personagens como o felpudo Chewbacca e a rainha Padmé Amidala.

No Museu da Electricidade, será possível assistir a documentários exclusivos sobre a aventura, além de poder ver todos os episódios da "Guerra das Estrelas", desde o primeiro filme, "Uma nova esperança", de 1977, até "A Vingança dos Sith", de 2005.

Vale a pena, garanto-vos!


Abraço

Uma vez mais contrario
A sanidade do dia
Algo que consagrar devia

A cabeça grita-me ao ouvido dos olhos
Pede-me que cesse
Que providencie a certeza de mais uma hora
…eu sorrio, como de costume
Não caçoo nem desrespeito gratuitamente
Apenas sorrio a injustiça de uma lógica imposta
Alguém devia sussurrar-me
- Tem juízo rapaz
Na tentativa de alterar qualquer sentido próprio
Num tom encantado, que me pudesse realmente convencer
Talvez… a promessa de um porto de abrigo
Me fizesse apetecer
Mas…
Desde quando é que ainda faz sentido
Esperar algo melhor ou… neste caso, maior?
Ainda ninguém terá reparado
Que me abraço sempre que escrevo
E que escrevo porque a cantar ninguém me alcançaria
Ah… se soubessem
Que me despeço sempre que me abraço
Se sentissem…
As asas que tenho
No homem que já fui

Pouco, é certo
Nada, é quase garantido
E eu pareço destemido
Sou assim…
Este arcano que se avulta
E o meu mundo tem um fim

sexta-feira, dezembro 01, 2006

Pintura - Rogério Ribeiro

"Repouso de Ícaro"


"Dor"
"Para ele [Rogério Ribeiro], pintar ou desenhar é como penetrar na mais espessa das trevas sabendo de antemão que ela se irá cerrar atrás de si. O seu pintar e o seu desenhar negam-se a pactuar com as persuasões mais ou menos retóricas de quem domina soberanamente as técnicas, antes são projecções ontológicas do seu espaço mental e sensível. Não é somente pintor, é um homem que vem pintando e desenhando a sua própria presença no mundo, não com a afectada complacência de um Narciso mitológico, mas como quem ansiosamente tem procurado encontrar o seu próprio rosto nas caras dos seus semelhantes, essas figuras que lhes aparecem entre sombras ou a plena luz e que ele transporta, ao mesmo tempo que as reinventa em novas formas, para o papel e para a tela , à espera de que venham a reconhecer-se mutuamente algum dia. Ele como elas, elas como ele.. Não creio que me engane demasiado se disser aqui que a vera substância da arte de Rogério Ribeiro é o assombro de sermos. Hoje, por hoje, Goya é o seu companheiro de viagem."

Palavras de José Saramago sobre Rogério Ribeiro in Jornal de Letras Nº 943 (de 22 de Novembro a 5 de Dezembro de 2006)

Um escritor de Olhos Tristes

"Há muito tempo que o observava de longe. Conhecia-lhe as palavras e, por vezes, fugia delas pela angústia, pela tristeza, pelo desespero. (...)
Ouvia falar dele a muita gente. Que o amava. Ou que não... e observava-o de longe. Ele é escritor, mas não como eu. Ele é um escritor a sério. Dedicado. Paciente. Interessado. E eu invejava-lhe isso - a paciência, a dedicação. Mas sempre fugi da angústia da escrita. Por quê escrever?, para quê escrever?, são perguntas que nunca se colocam porque o prazer da escrita suplanta em mim todas as angústias, todas as dúvidas. Escrever faz-me inteiramente feliz e, como, nesta terra, só tenho uma vida, sinto-me que a minha primeira obrigação é ser feliz. Ele parecia-me que não podia ser por causa dos olhos, por causa das palavras... Mas a verdade é que a tristeza é normalmente mais profunda do que a alegria. E de tantas gargalhadas eu talvez me tenha tornado um bocadinho fútil, superficial... Não há remédio. Paga-se um preço por tudo. (...) Descubro também que ambos fomos convidados para participar num livro que será lançado em 2007 sobre um dos poetas de maiores angústias que a poesia portuguesa conheceu. Invejo-lhe a facilidade com que escreverá o texto que lhe pedem e antevejo a dificuldade que terei para escrever o que me pedem a mim, mas só saber que, mais uma vez, o meu nome virá ao lado do dele é já motivação suficiente para me atirar de alma e coração à elaboração de um texto que não pode ser escrito com outra coisa que não seja angústia...
Este escritor que é vivo e bem vivo, de olhos tristes emoldurados por piercings chama-se José Luís. Há quem o trate por Peixoto. Eu ainda não sei como o hei-de tratar. Por isso, trato de agradecer por me ter feito seu contemporâneo, e contento-me por ver o meu nome ao lado do seu em discos, em livros, nas páginas deste jornal... por ler as suas palavras das quais, de vez em quando, tenho absoluta necessidade de me afastar pela angústia, pela tristeza, pelo desespero."
Tiago Torres da Silva


in Jornal de Letras Nº 943 (de 22 de Novembro a 5 de Dezembro de 2006)

[Tive de "trazer" este excerto ao blog porque as palavras "tocaram-me" e deixaram-me pensativa em relação a diversos aspectos da literatura, da vida e, até, do ser humano.]

quinta-feira, novembro 30, 2006

Lançamento do livro "o poema insone"


Na Sexta, dia 1 de Dezembro pelas 22.30 horas no Bar da Associação "Os Artistas" em Faro, terá lugar o lançamento do livro "o poema insone". O autor, Duarte Temtem, nasceu há 27 anos na cidade do Funchal na Ilha da Madeira, estando actualmente a finalizar o curso de Biologia Marinha na Universidade do Algarve.
O gosto pela escrita foi desenvolvido ainda em criança, sendo sempre um prazer para o autor fazer as composições escolares. No entanto, esse gosto foi-se dissipando conforme foi avançando no seu percurso escolar, surgindo novamente em meados dos anos 90, altura em que escreveu alguns poemas, principalmente influenciado pelas escolhas musicais da época. Mas foi a partir de 2004 que Duarte Temtem começou a escrever assiduamente. Inicialmente preso aos conceitos de forma e rima, mais tarde, à medida que foi conhecendo outros autores, as preocupações formais foram sendo abandonadas.
As suas principais referências literárias são José Agostinho Baptista (principalmente a obra "Agora e na Hora da Nossa Morte"), Al Berto e Herberto Hélder.
O título "o poema insone" prende-se com o facto de Duarte Temtem escrever exclusivamente durante a noite, noites essas que geralmente se arrastam até às sete horas da manhã. A poesia deste livro está impregnada de ambiguidade de sentidos, onde predominam a melancolia e soturnidade. Esta pungência define-se por recorrentes alusões à solidão, a uma dor intensa e a uma finitude que desagua incorrigivelmente na morte.

MAGNA EDITORA (Newsletter)

Olá ao Cultura!

Para começar trago o site do escritor Fernando Esteves Pinto que sempre me causou alguma estranheza (boa e má) . E agora andam por lá uns textos muito interessantes senão vejam:

entrevista - amante profissional (7)

Já alguma vez te sentiste atraída espiritualmente por um determinado cliente? Se sim, o que te levou a transpor os limites do corpo como objecto de prazer?

O meu limite não é o corpo. O corpo é apenas uma ligação, uma forma de vínculo carnal, uma ponte de ligação entre uma pessoa e outra enquanto são conduzidas a um momento de meditação; porque para mim o sexo é também uma forma de meditação; alguns efeitos do sexo e da meditação são muito parecidos, não estou falando de erecção ou ejaculação, mas sobre aquele efeito que o sexo produz no sentido de nos deixar longe de tudo no momento da relação sexual. Gosto de me sentir à vontade com um cliente antes do sexo, e isso não começa com o corpo, mas com a conversa, o olhar, alguma cumplicidade. O meu corpo, quando muito, é apenas o meu cartão de visitas; o motivo para os clientes voltarem a estar comigo não é apenas o meu corpo. Assim também é a minha relação com eles. Eu não aceito voltar a atender um cliente apenas em função do corpo dele, e nem mesmo aceitaria apenas em função do dinheiro. Espiritualmente já me senti atraída por muitos homens. Tenho afinidades com muitos. Sentimentalmente, ou amorosamente, envolvi-me com muitos quando comecei a prostituir-me, porque me sentia muito carente, além do facto de que queria fugir um pouco da minha realidade, ou seja, eu ia para a cama com vários homens todas as noites porque eles me escolhiam, porque eles pagavam para estarem comigo na cama, e eu precisava de estar com alguém que EU tivesse escolhido, de estar com alguém com quem EU quisesse estar. Com o tempo, deixei de ter tantos relacionamentos, porque passei a estar mais tranquila em relação ao trabalho que fazia, e por isso já não me envolvia tanto com as pessoas, ou pelo menos já não estava tão carente. Quando passei a estar mais segura, deixei de me envolver sentimentalmente com tanta facilidade, afinal eu sabia o que queria, e inclusive o que não queria; eu não queria viver paixões passageiras, por menores que sejam sempre trazem aquele momento triste do fim, da despedida; não começo uma relação pensando em acabá-la, se é assim é melhor nem começar. Eu acredito no amor. Não queria mais apenas alguns momentos, nem usar nem ser usada. Não acredito muito nisso de “tentar gostar de alguém”, ou acontece ou não acontece, por mais que o outro tenha uma lista repleta de qualidades, por mais que a lógica determine ser o mais certo. Envolvi-me com alguns clientes cuja afinidade se transformou em algo mais intenso; é mais fácil envolver-me com clientes porque para eles não preciso omitir a minha profissão, nem ser rejeitada quando contar a verdade. Hoje tenho a sorte de manter uma relação com uma pessoa que nunca foi meu cliente, mas que sabe o que faço pelo facto de termo-nos conhecido numa festa onde os seus amigos eram namorados das minhas amigas e, pelo facto de elas serem também prostitutas, eu não precisava fingir que não era, estava claro e não era necessário nem mesmo falar sobre o assunto.

continua...


Que vos parece? ;) Eu gosto de acender fogueiras! ;)

quarta-feira, novembro 29, 2006

Aconselho:


A ARTE DA PERFORMANCE - DO FUTURISMO AO PRESENTE

ROSELEE GOLDBERG
MARTINS FONTES
ISBN: 8533622902
Ano Edição: 2006
Número Edição: 1
Qtde. Páginas: 228








  • O Presidente da República, Cavaco Silva, anunciou hoje a sua decisão de convocar o referendo sobre despenalização voluntária da gravidez para 11 de Fevereiro de 2007. É nosso dever fazermos valer a nossa opinião.

    terça-feira, novembro 28, 2006

    1ª Entrada

    Em honra do convite da digníssima administradora e porque ela gosta de "esconder" o melhor para ela ;) (mentirinha) deixo o link que ela tem nos "seus mestres" acerca do jovem José Luís Peixoto que está cheio de surpresas. Então, se também gostam de o ler e ouvir deliciem-se no seu novo site.

    segunda-feira, novembro 27, 2006

    Mário Cesariny - o luto


    O Presidente da República, Cavaco Silva, lamentou a morte do poeta e pintor surrealista Mário Cesariny, a quem descreve como "um dos nomes cimeiros da cultura portuguesa no século XX".

    "Em nome dos portugueses e em meu nome pessoal, apresento sinceros pêsames à família de Mário Cesariny de Vasconcelos, um dos nomes cimeiros da cultura portuguesa no século XX", escreve Cavaco Silva numa mensagem de condolências enviada à família do poeta.

    "No momento da sua morte, rendo a minha homenagem a esse grande artista que foi Mário Cesariny de Vasconcelos", sublinha ainda o Presidente, lembrando o poeta e um pintor "extraordinário".

    Cavaco Silva refere que o nome e a obra de Cesariny "ficarão na memória como um testemunho da liberdade que apaixonou a sua geração e que é condição essencial de toda a obra de arte".

    Mário Cesariny de Vasconcelos, que sofria há vários anos de cancro, morreu na madrugada de Domingo, em sua casa, em Lisboa, aos 83 anos.

    Espólio de Cesariny integrará Centro de Estudos do Surrealismo em Famalicão

    O espólio do poeta e pintor Mário Cesariny foi doado à Fundação Cupertino de Miranda, em Famalicão, onde a autarquia prepara a construção de um Centro de Estudos do Surrealismo (CES).

    O poeta e pintor Mário Cesariny foi considerado o principal representante do surrealismo português, tendo integrado, em 1947, o Grupo Surrealista de Lisboa.

    Em declarações à Lusa, o presidente da Câmara de Famalicão, Armindo Costa, explicou que o CES vai ser construído de raiz, sob o projecto do arquitecto Duarte Nuno, numa "zona nobre", entre o parque urbano e o centro da cidade. "A expectativa mais optimista é a de que obra arranque até ao final deste mandato autárquico" em 2009, afirmou.

    O autarca – que disse não poder calcular nesta fase o custo global da obra – admitiu que possa integrar um conjunto de equipamentos financiáveis pelo Governo, caso seja aprovada a candidatura do vizinho município de Guimarães a Capital Europeia da Cultura de 2012. Armindo Costa afirmou que o seu homólogo de Guimarães "já referiu o seu desejo de transformar a Capital Europeia da Cultura num projecto congregador das potencialidades culturais da região".

    A gestão do futuro centro será feita numa parceria da Câmara Municipal e da Fundação Artur Cupertino de Miranda, à qual Mário Cesariny doou, há alguns meses, um espólio constituído por biblioteca, desenhos e pinturas. O poeta e pintor seguiu o exemplo do amigo Cruzeiro Seixas que em 1999 doara já a totalidade da sua colecção à fundação de Famalicão, com vista à construção do centro de estudos.

    Para Armindo Costa, que por inerência do cargo é também dirigente da fundação, ao juntar os dois importantes espólios, Famalicão "será, doravante, incontornável para quem quiser estudar o movimento surrealista português".

    O presidente da Câmara esclareceu que Cesariny não tem raízes em Famalicão, mas decidiu confiar-lhe o seu espólio porque "viu que havia na cidade vontade e garantia de que seria preservado e dinamizado".

    Fonte: Público

    sexta-feira, novembro 24, 2006

    quinta-feira, novembro 23, 2006

    Magna Editora - Lançamento de Livro

    No Sábado, dia 25 de Novembro de 2006, pelas 21.30 horas, terá lugar o lançamento do livro "Ecos", no Bar Onda Jazz, em Lisboa.

    A autora, Piedade Araújo Sol, publicou os seus trabalhos nas revistas Encontro, Máxima e em vários jornais, abrangendo poesia, prosa, contos e artigos de opinião.

    A sua poesia é de índole simplista, mas reflexiva; chegando a ser dramática. Predomina o enternecimento e a tendência para o oculto e para o desconhecido imaginário. É recorrente a abordagem ao tema dos amores não respondidos e traídos. A sua profunda insatisfação leva-a a uma implacável procura de um fio condutor, de uma alma gémea que não existe, a qual tenta obsessivamente encontrar em tempos passados e futuros, sobressaindo uma profunda melancolia.

    Editou os seus trabalhos em várias colectâneas literárias. Em 2005 publicou o romance "Mulher misteriosa", sendo agora a sua poesia publicada pela Magna, através do livro "Ecos". ler mais

    [Cedido gentilmente pelo editor]

    Cinema em Évora

    23 Novembro

    PROFISSÃO: REPÓRTER
    Professione: reporter
    de MICHELANGELO ANTONIONI

    Repórter da TV britânica, David Locke está no interior de África fazendo uma reportagem sobre a guerrilha local, quando Robertson, seu vizinho de quarto no hotel, morre de enfarte. Locke assume a sua identidade, aproveitando a semelhança física que tinha com o morto e troca as fotos dos passaportes. Descobre que o sujeito era um traficante de armas quando toma posse da sua agenda e passa a assumir os seus compromissos...
    1975, 120 minutos, França / Itália / EUA / Espanha


    23 - 25 Novembro

    Encontro Europeu de Jovens para o Cinema - Jeunes pour le Cinéma
    Seminários, Debates, Projecções
    org. Cineclube Prototype Video Fédération Léo Lagrange
    apoio: C.M.Évora Programa Juventude IPJ
    24 Novembro - Prototype Vidèo apresenta...(filmes premiados no Festival de Cinema Prototype Vidéo 2005 - Paris)
    25 de Novembro - Festival Número - Projecta apresenta...


    29 Novembro

    AS FILHAS DO BOTÂNICO
    Les Filles du Botaniste
    de SIJIE DAI
    Na China dos anos 80, nem todos os tabus estão levantados. Min, uma jovem órfã, parte para fazer os seus estudos na casa de um botânico de renome. Homem recatado e um pai autoritário, este professor vive sobre uma ilha que ele transformou num jardim luxuriante. Animada por poder partilhar a sua vida solitária, An, a filha do botânico, acolhe Min com entusiasmo. Muito rapidamente ficam cúmplices, as duas jovens raparigas vêem a sua amizade evoluir em direcção a uma atracção desconcertante, sensual e interdita. Incapazes de se separar, Min e An imaginam cedo um perigoso arranjo para continuarem a partilhar o mesmo tecto..
    2006, 105 minutos, França / Canadá

    Local: AUDITÓRIO SOROR MARIANA (Évora)
    Rua Diogo Cão, 8

    Fonte: http://www.auditorio.blogspot.com/

    terça-feira, novembro 21, 2006

    Eis o hiper -realismo - Ron Mueck















    Australiano, nascido em Melbourne em 1958, Ron Mueck cresceu vendo os seus pais construírem brinquedos e desenvolveu habilidade manual e criativa. Há algum tempo que queria "trazê-lo" aqui... mas... podem procurar a sua biografia na internet caso achem interessante. Apenas tenho isto a dizer dele:

    A crua mortalidade vive no seu hiper-realismo. A vulgaridade nua não tem escape na sua obra porque o corpo é O corpo.

    (Todas as obras são de Ron Mueck, naturalmente)

    20 Anos de Património Mundial


    NOVEMBRO

    23
    Escultura Romana do Museu de Évora - Exposição de Arqueologia (Convento dos Remédios) - 19h

    "Évora Desaparecida" - Exposição Fotográfica e Documental (Convento dos Remédios) - 19h

    23 e 24
    Colóquio Internacional "Évora 20 anos de Património Mundial" (Auditório CCDRA) - 09h00

    24
    Escultor Espiga "50 Anos de Expos Individuais" (Galeria de Exposição da Fundação Alentejo Terra Mãe) - 16h30

    25
    Sessão Solene comemorativa dos 20 Anos de Classificação de Évora como Património Mundial (Paços do Concelho) - 11h00

    25
    "O Património Mundial de Origem Portuguesa" Exposição (Fundação Gulbenkian)

    25 a 2 de DEZEMBRO
    Exposição de Filatelia Nacional (Palácio Dom Manuel)

    27
    Recital de Música Vocal pelo Quinteto Kassiopeia (Convento dos Remédios) - 21h30

    30
    "Flores da Planície" - Livro de Poemas e de Flores de Paulo Barriga e João Vilhena (Galeria de Exposição da Fundação Alentejo Terra-Mãe) - 16h30

    Ainda a designar:

    "Évora" - Quatro fotógrafos e Um Escritor: Duarte Belo, Aníbal Lemos, José M. Rodrigues, David Infante/ José Luís Peixoto - Lançamento de Livro


    DEZEMBRO

    1 a 9
    IV Encontro de Teatro Ibérico (Teatro Municipal Garcia de Resende)

    2
    Mesa Redonda "Património e Cidade" (Sala 131 da Universidade de Évora) 14h30

    6
    Conferência no âmbito da exposição Esculturas Naturalistas - Do final do século XIX à I Grande Guerra - Cultura, Património e Formas Artísticas (Museu de Évora/ Delegação Regional de Cultura do Alentejo)

    7 a 30
    "Património Mundial Português" Exposição Fotográfica e Documental (Museu de Évora/ Delegação Regional de Cultura do Alentejo)

    15 a 22
    Bonecos de Santo Aleixo - Marionetas (Teatro Municipal Garcia de Resende)

    29
    Banda Filarmónica Harmonia Reguenguense e Coro (Teatro Municipal Garcia de Resende) - 21h30

    JANEIRO

    "O Inventário do Património do Centro Histórico" - Exposição Fotográfica e Documental (Convento dos Remédios)

    "Monumentos" - Lançamento de Revista dedicada a Évora (Salão Nobre da CME)

    Organização
    Câmara Municipal de Évora

    Contactos
    Departamento do Centro Histórico, Património e Cultura
    Câmara Municipal de Évora / Praça do Sertório
    7000-506 Évora

    T - 266 777 000/ 266 777 033
    F - 266 702 950
    www.cm-evora.pt

    domingo, novembro 19, 2006

    NUNO CERA Fantasmas - CCB


    24 de Novembro de 2006 a 25 de Fevereiro de 2007
    das 10h00 às 19h00. Última entrada às 18h15 |
    Galeria 2/ Piso 1 do Centro de Exposições

    Ao usar filme, fotografia e desenho crio o meu próprio campo de visão. Emoções e paisagens, a experiência do tempo e os lugares, a beleza, o sangue e as cidades são os locais onde estou e para os quais me estou sempre a dirigir. Nuno Cera

    A exposição Fantasmas reúne, pela primeira vez no mesmo espaço, uma selecção de filmes, vídeos, fotografias e desenhos de Nuno Cera, entre os quais figuram cinco trabalhos inéditos.
    A base do trabalho de Nuno Cera é a fotografia, de onde parte para uma constante procura de experiências visuais e temporais – emoções e paisagens, luz e sombra, velocidade e contemplação, pessoas, locais.

    A exposição é assumida como um percurso, no qual novos e antigos trabalhos se reúnem para construir uma experiência única. O retrato de uma cidade (Berlin); experiências Com tempo e repetição [Iris (with tropicamina)]; a relação da luz com a lente da câmara e com uma floresta (Pure Light); movimentos simples e abstractos [Untitled (snow)]; uma viagem nostálgica a uma paisagem apocalíptica e negra (Dark Forces); um quasi-documentário arquitectónico sobre um edifício nazi, a memória e o espaço (The Prora Complex); um vídeo de um fantasma que se transforma em zombie, numa visão de terror, solidão e abandono (The Lost Soul), entre outros, são os trabalhos apresentados nesta exposição do artista num museu....

    MAIS INFORMAÇÕES AQUI

    A Improbabilidade da certeza - CCB


    Dois corpos, sob a condição de duplos, arrastam-nos para uma ideia de semelhança. Desenha-se uma comunidade de gestos abortados, que revela outros; aqueles que se dão a ver quando nos situamos no lugar da fronteira entre dois corpos. As suas acções, não podem ser repetidas. Como que desprovidas das suas transições e expostas de forma não consequente, descarrilam em várias direcções.

    Marlene Freitas (1979) nasceu em Cabo Verde. Depois de obter a licenciatura da Escola Superior de Dança em Lisboa, entre 2002 e 2004 frequentou a escola P.A.R.T.S., em Bruxelas. Trabalhou com os coreógrafos António Tavares, Jean-Paul Buchieri, Francisco Camacho, Conceição Nunes, Ludger Lamers e Tânia Carvalho. Actualmente trabalha com Loic Touzé. Em 2005 apresentou Notes of a Kaspar na Box Nova. O ano passado no âmbito do curso de coreografia da Fundação Calouste Gulbenkian, apresentou Primeira Impressão.

    2 de Dezembro de 2006
    19h00 | Sala de Ensaio

    Mais Informações na página do CCB.

    CICLO SCHOSTAKOVICH


    Ciclo Schostakovich - 24 de Setembro a 30 de Novembro de 2006

    Tendo sido visto durante muito tempo como o compositor por excelência do regime soviético, Dmitri Dmitrievich Schostakovich tornou-se, nas últimas décadas, uma figura cada vez mais enigmática, ao mesmo tempo que se firmava a sua aceitação como um dos maiores compositores do século XX. De facto, Schostakovich terá sido, de todos os artistas activos na Rússia durante o regime soviético, um dos que mais intensamente sofreu na sua obra a pressão da ideologia segregada pelo poder ditatorial que reinou no Kremlin a partir de 1917.

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