quinta-feira, outubro 04, 2007
quarta-feira, outubro 03, 2007
Espectáculo em Vila Franca de Xira
Espectaculo com Fado, Flamenco e musica Cubana
Musica e Baile
Reservas 26 327 14 18
Festa de Arte na Lousã
12, 13 e 14 de Outubro de 2007
PROGRAMA :
SEXTA-FEIRA /dia 12
21-00 - Coro da Lousã
21-30 - Coro da Casa do Pessoal da HUC.
22-oo - Abertura do espaço de exposição dos artitas plásticos
24-00 - Encerramento
SÁBADO / dia 13
15-30 - Triforfaiclowns
17-00 - grupo de variedades "sómúsica" da Associação Cultural e Recriativa de coimbra
21-00 - Grupo cénico amador da Portela com a peça "D. Inês de Castro".
24-00 encerramento.
DOMINGO /dia 14
15-30 - Espectáculo de variedades da GEDEPA - Grupo Etnográficode Defesa do Património e Ambiente da Pampilhosa.
21-00 - Banda "Asédixie" e "Dixie Gringos"
23-00 Encerramento.
ESTE EVENTO TEM O APOIO:
Câmara Municipal da Lousã
40 anos do Jornal TREVIM
Inatel
Organização:
MAC - (Movimento Artístico de Coimbra)
domingo, setembro 30, 2007
Ana Ferreira

Entrevista à escritora Ana Ferreira (Livro de Prosa Poética - Coisas de Nada)
Anteriormente publiquei contos e crónicas no Jornal de Notícias e em algumas revistas dispersas. Colaborei da mesma forma com a revista Saúdinha, editada em tempos pela Administração Regional de Saúde – Norte.
E particularmente feliz quando os leitores fazem a apreciação dos meus textos pelo lado que eu pretendi que apreendessem: uma escrita tornada simples de onde se libertem diversos níveis de leitura e expressão.
s.m. Como surgiu o título do seu livro “Coisas de Nada”?
É um exercício de paciência sintetizar a essência dos sujeitos em meia dúzia de traços fulcrais, a planta e o alçado de cada pessoa, dados através de curtas descrições de um momento exacto onde os sujeitos se desfazem da máscara de todos os dias.
Ao invés de longas descrições, gosto de procurar, como se de fotografia se tratasse, o close-up, o zoom daquele momento exacto em que o ser humano se revela (mesmo que não queira).
A.F. Nos últimos três anos tenho lido essencialmente autores relacionados com Psicologia, Psicoterapias, Teorias da Comunicação.
O meu primeiro autor de referência foi talvez Charles Dickens, que comecei a ler por volta dos 12 anos.
Via todas as casas lá do alto e podia escolher livremente onde descer para observar à vontade os interiores...
... olhando pelas janelas, observava como viviam as pessoas...”
s.m. Agradeço, em nome do Cultura, a sua disponibilidade e interesse pelo trabalho que este blogue tenta fazer a nível da divulgação artística e desejo-lhe muito sucesso.
quinta-feira, setembro 27, 2007
segunda-feira, setembro 24, 2007
Meditação Katatonia
Uma noite incrivelmente escura... Tão escura que a própria lua e estrelas desapareceram em busca de alguma luz.
Uma noite silenciosamente perturbadora…
Enquanto os meus olhos não se habituam á escuridão, fico nas trevas mais profundas.
Abro a tampa de uma das minhas caixas de meditação e retiro o disco mágico.
Uso a musica para moldar o silêncio que me incomoda.
O negro da noite mostra-se o cenário ideal para o som gótico que é cuspido das colunas. Uma espécie de luto externo que uso para uma introspecção interna.
Reparo no fumo do issenço a ganhar forma nos escassos pedaços de luz que atravessam a janela. Formas abstractas que forço a parecer algo.
Sento-me inquietantemente quieto enquanto esvazio a mente...
Por minutos, no meio da solidão e das trevas, sinto-me completamente em paz! Uma paz que me permite a lucidez necessária para sonhar com velhas memórias e memorizar novos sonhos.
O som começa a desaparecer e o silêncio ganha novamente forma.
Sinto o meu corpo voltar a si.
É altura de findar mais um dia.
Fecho os olhos e adormeço.
quinta-feira, setembro 20, 2007
Trouxe também muitas fotografias que representam o meu olhar sobre Cuba e especialmente sobre as Cores de Cuba. Aceitei agora o desafio de as partilhar e vou realizar uma exposição pública."
Exposição patente no café Kappuccino em Matosinhos, disponível todos os dias entre as 9:00 e as 23:00 até dia 12 de Outubro .
Enviado por: Nelson Silva
patente desde segunda-feira (dia 3 de Setembro) na Galeria Karnart, propõe, nas palavras do seu autor, Nuno Moreira, "uma reflexão sobre os ritos", convocando para tanto fotografias e objectos diversos.
Nuno Moreira tem 25 anos e é licenciado em audiovisuais e multimédia. Tem realizado trabalhos nas áreas performativas, design e fotografia.
Enviado por: Nuno Moreira
quarta-feira, setembro 19, 2007
OS DIAS DA CRIAÇÃO
Artes de Trás-Os-Montes e León
22 e 23 Setembro 2007
As cadências de leva que os placards atordoam, perturbando e largamente castrando desejos próprios, podem ser pelo menos interrompidas este fim-de-semana em Vilar, Boticas, Trás-os-Montes. Os iónicos milhões de lugares de onde a imaginação emigrou, esperam, não pela intervenção sobre, mas pela quântica.
Estar n' Os Dias da Criação, em matriz transmontano-leonesa, pode constituir um avanço científico se as múltiplas identidades arbóreas forem abraçadas sem fumos de utilidade. Poderíamos usar outras caracterizações, mas as árvores – as tais que nem pelo fogo perdem a raiz – parecem estabelecer um diaporama onde podemos colher a sagesse, pedindo emprestado aos carvalhos e seus druidas. " Tengo Algo de Árbol / Tenho Qualquer Coisa de Árvore" é o belo verso que Silvia Zayas escolheu para título de uma selecta de poetas leoneses que será apresentada n' Os Dias da Criação, em edição bilingue castelhano/português. Aí se ramificam poetas de León, desde António Gamoneda a Gaspar Moisés Gomez e Silvia Zayas, passando por mito-fornecedores como José Luís Puerto ou Juan Carlos Mestre e sócio-desiludidos como Tomás Sánchez Santiago.
Poderíamos dizer que a criação é a seiva? Este antigo lugar de denominação expedido quando o ar livre ainda não estava condicionado pelos triliões de sinais, ondas, satélites e outras poluições, talvez resgate a alquimia necessária à sobrelotação emocional da interioridade. Aí talvez resida a impossível habitação dos eremitérios – transmontanos e leoneses – desafiando o olho ogival dos echelons controleiros. As performances de Rosário Granell, Nuria Antom ou Isabel Fernandes Pinto sulcam ares e desares na paleta dos instantes irrepetíveis.
Que pulverizam as nuvens que aleitam os rios, línguas de comunicação, do minho ao douro, numa sequência de actividades humanas talvez conhecida como história. Desse fluido, em português sedimentado a partir do século doze, comunicarão o dramaturgo Abel Neves, o pensador e ensaísta Alexandre Teixeira Mendes, o poeta mirandês Amadeu Ferreira, o cantor do douro António Cabral, o escritor Bento da Cruz e o historiador Carlos Llamazares. Um passado interrogado para que algum futuro seja nomeável.
E em imagens fixo. A presença videográfica de autores como Angélica Liddell, Pedro Sena Nunes, Jesus Dominguez ou Sara Jess, garante o movimento da perenidade. A eles se juntam 14 jovens cineastas que no correr de 2007 cheiraram terra de barroso para depois a plasmarem em curtos documentais que serão exibidos na manhã de dia 23 e onde os actuantes não foram sujeitos a castings e outras necessidades comerciais.
Na tarde de sábado, pintura, fotografia, escultura, artesanato e outras artes visuais, estender-se-ão pela Eira Longa, em espelho ou desafio à pedra, ao verde e ao castanho, instalações relacionais em mistura de psique, pelas mãos de Deborah Nofret, Gerardo Queipo, Carla Mota, Adriana Henriques, o grupo Ravar, entre dezenas de outros autores que assim se publicam nas paredes do vento.
O espectáculo de Música, Performance e Teatro, dia 23, às 21h30, é o único momento que decorre fora de Vilar. Realizar-se-á no Auditório de Boticas que conhecerá, então, a voz do bardo Aurelino Costa, a interpretação vivida em canto por Alexandra Bernardo, o cabaret de Pepa Yañez, o trio musical de música antiga Sirma, entre os diversos criadores presentes.
Como perfume de uma América Latina poeticamente poderosa, estará a jovem poeta venezuelana Estrella Gomes que assim inaugura a presença latino-americana em Os Dias da Criação.
A organização
Inf:
http://incomunidade.blogspot
Tm: 965817337
Tm: 960238922
Fixo: +351.276415979
--
incomunidade
http://incomunidade.blogspot
Tm: (00351) 965817337
Enviado por: Alberto Augusto Miranda
sexta-feira, setembro 14, 2007
Given To The Rising

Bandas imprevisíveis, em constante mutação e evolução. Bandas que nos surpreendem em cada lançamento.
O primeiro contacto que tive com uma banda assim foi quando um álbum chamado ‘Through Silver In Blood’ entrou na minha aparelhagem.
Comprei o álbum em segunda mão porque fiquei bastante curioso depois de ler um artigo sobre uma banda chamada Neurosis.
Quando o ouvi detestei. A música simplesmente não fazia sentido.
Alguns anos depois tive a sorte de comprar um número da Metal Hammer que trazia um cd com várias bandas. Cheguei a casa e, enquanto devorava a revista, os primeiros acordes do ‘The Doorway’ invadiaram os meus ouvidos! Peguei na caixa e procurei o nome da banda que tinha escrito esta canção genial – NEUROSIS!
Nunca tinha ouvido um som assim! Completamente diferente. Um som… monstruoso. Verdadeiramente ‘pesado’!
A partir daquele dia a minha opinião sobre esta banda mudou radicalmente.
O álbum ‘Times Of Grace’ é um dos meus álbuns favoritos de sempre, e Neurosis uma das minhas bandas favoritas.
E como todos precisamos de ter ídolos, eles são os meus.
Ser impossível de descrever é uma qualidade, mas se os tivesse que definir diria visionários.
Hoje, quando ouço álbuns como ‘Through Silver In Blood’ a música faz, agora, todo o sentido.
E tudo o escrevi é confirmado no novo álbum ‘Given To The Rising’.
Conseguiram, como sempre, surpreender-me e criar mais uma experiência sonora (sim porque não podemos apenas ouvir Neurosis, temos que sentir e perceber).
Além da genialidade de sempre, conseguiram criar um ambiente negro em torno de todo o álbum. Um autêntico labirinto de emoções.
Quando chegou ao fim, experimentei um estranho sentimento de felicidade, não pela música ser alegre, mas por ainda haver bandas assim.
Mais uma vez afirmo: “Neurosis, obrigado por existirem!”.
Muito Bom!
quinta-feira, setembro 13, 2007
Morte em Viena

Depois de Luciano Pavarotti, mais uma baixa de peso no mundo da música.
Faleceu hoje, em Viena, o grande pianista de Jazz Joe Zawinul.
Ao lado de Miles Davis ajudou a criar o movimento hoje conhecido como Electric Jazz, tocando em discos controversos como “Bitches Brew” e “In A Silent Way”.
Posteriormente formou o grupo de Jazz-Rock Weather Report (onde tocou, entre outros, com o grande baixista Jaco Pastorius).
O seu talento foi sublinhado pela revista Down Beat que o escolheu por 28 vezes como pianista do ano!
terça-feira, setembro 11, 2007
A Arte Do Grito
Algum tempo depois deparei-me com uma mesa cheia de folhas amachucadas e percebi que não ia ser fácil transpor para o papel os sentimentos que se formam quando se fala neste estilo de musica.
Decidi então optar pela simplicidade. O meu objectivo não é convencer as pessoas a gostar, mas sim a compreender.
Quando se fala em Metal, as expressões “são só gritos” ou “ não sei como consegues ouvir isso” aparecem normalmente associadas.
Gritos... sim, são gritos. Mas gritos provenientes do coração, não da garganta. É uma forma de expressão, uma forma de arte (e como muitas outras por vezes incompreendida), mas uma forma de arte sincera.
Todos os dias ouvimos na radio vozes “lindas” de “cantores” que não conseguiam escrever uma canção se a sua vida dependesse disso. Não compõem, nem escrevem, apenas emprestam a sua voz. Isto é sinceridade?
Sinceridade é uma banda andar pelo mundo fora, a “gritar”, mas não pelo dinheiro e sim pela paixão.
Sinceridade é quando o coração bate aceleradamente enquanto esperamos que as horas passem para chegarmos a casa e ouvirmos um som novo.
Sinceridade são canções que, por minutos, nos fazem esquecer que existe um mundo lá fora, e o planeta é apenas um palco gigante condensado no nosso quarto. E depois do necessário egoísmo, partilhar com os amigos e envoltos em fumo de cigarros e refrescados por umas cervejas partilhar emoções e opiniões.
Grande parte do mistério por detrás da paixão que tenho pelo Metal provem desta sinceridade.
Resumindo, gostar de Metal é uma benção.
Mas o gostar é também um processo de aprendizagem, como uma paixão que vai crescendo com o tempo. Apenas temos que deixar a mente aberta para absorver e processar novas informações e sensações.
Ainda hoje, mais de 14 anos depois de começar a ouvir metal, necessito de ouvir um álbum várias vezes antes de formar uma opinião definitiva. O sentimento de gosto vai sendo moldado com certos pormenores que nos passaram despercebidos numa primeira audição.
Tudo conta, o ritual de pegar na caixa, observar a capa, colocar o cd na aparelhagem, dissecar cada segundo de cada musica, cada riff, cada solo, cada paragem... e sentir um arrepio na espinha e um sorriso nos lábios enquanto a musica invade os nossos ouvidos.
Gosto de chegar ao fim do dia e colocar um grande som e de gritar para me aliviar o stress. Ficar encharcado em suor depois de dar mais um concerto para um único espectador – o meu reflexo no espelho... e depois voltar á minha própria normalidade.
Afinal todos nós temos um pouco de génios e de loucos!!
terça-feira, setembro 04, 2007
Comissariada por Patricia-Laure Thivat (CNRS)
7 a 30 de Setembro
Teatro Garcia de Resende, Évora
7 de Setembro
Inauguração
18h
Teatro Garcia de Resende, Évora
22h
Recital Machine lyrique
Anabela Duarte canta Weil e Vian!
Exposição concebida por Patricia-Laure Thivat, investigadora do CNRS, especialista da emigração alemã nos Estados Unidos.
«Aquele que não viveu o exílio não compreende como ele tinge de cores fortes o nosso sofrimento, nem o quanto ele sobre nós lança de nocturno e venenoso». Quando Henrich Heine escreveu estas linhas, em 1840, antecipa a catástrofe que se iria abater sobre a intelligentsia alemã um século depois. Nos anos 30 e 40, mais de 4000 artistas de teatro alemão e austríaco abandonaram a Europa. Mil de entre esses refugiaram-se nos Estados Unidos. A sua história é-nos contada através desta exposição onde se reunem mais de 90 fotografias evocando Bertolt Brecht, Erwin Piscator, Max Reinhardt, Ernst Toller e tantos outros.
Sobre a exposição
Reúne fotos da colecção da autora, obtidas em arquivos durante as missões de investigação realizadas na Alemanha e nos Estados Unidos: um corpus de 95 fotos, com legendas e comentários que apresentam um olhar tão exaustivo quanto possível sobre o tema.
Primeira edição em Outubro de 2003, no Goethe Institut de Bordeaux, sob os auspícios da Mairie de Bordeaux e do Conseil Régional d’Aquitaine.
Segunda edição em Lyon, em Outubro-Novembro de 2004, no Goethe Institut de Lyon.
Terceira apresentação em 2006, em Dezembro de 2006, em Paris, na Maison Heinrich Heine (Cidade Universitária).
Catálogo
Thivat, Patricia-Laure, Culture et émigration. Le théâtre allemand en exil aux USA. 1933-1950, com prefácio de Michel Werner. Bordeaux, Art & Primo, 2003.
Programa Complementar
Conferência-apresentação, pela Prof. Doutora Patricia-Laure Thivat (CNRS)
Com o apoio do ARIAS (atelier de recherche sur l’intermédialité et les arts du spectacle)/ CNRS.
Fonte: Agenda Cultural de Évora





