quinta-feira, dezembro 06, 2007

sulscrito na lerdevagar

Sulscrito/Palavra Ibérica na livraria Lerdevagar dia 8 de Dezembro às 21:30. Rua da Fábrica do Material de Guerra, nº1

(em frente aos Correios do Poço do Bispo).

Projecto Cultural – Círculo Literário do Algarve


Programa:

- Apresentação da revista de literatura Sulscrito, com a presença de alguns
autores/colaboradores.

- Apresentação da colecção de poesia Palavra Ibérica.

- Apresentação da 3ª edição do encontro de autores Hispano-Lusos Palavra ibérica (Punta Umbría-Huelva, 2008).

- Apresentação do projecto cultural ALIANÇA CULTURAL – Faro. (Literatura, Artes Plásticas, Património, Música).

- Apresentação de um jovem poeta de Faro, recentemente publicado.


Sulscrito:

Fernando Esteves Pinto
João Bentes
Pedro Afonso
Tiago Nené


Editor:

Luís Filipe Cristóvão (Livrododia Editora)


Aliança Cultural:

José Bívar
Adão Contreiras
Rui Dias Simão


quarta-feira, dezembro 05, 2007

terça-feira, dezembro 04, 2007

A Lua conta estórias. Sempre contou! Em noites de calor, quando dançam os pirilampos… Ou naquelas noites de cheiro a chuva, quando os gatos estão enroscados junto ao fogo de uma lareira…

a CulturSintra apresenta,

Estórias Aluadas

pelo Teatro TapaFuros

a partir dos textos de José António Guille, George Till, Luísa Barreto,

Maria Almira Medina, Rui Mário

encenação: Rui Mário

música original: Pedro Hilário

interpretação: José Redondo,

Rute Lizardo, Samuel Saraiva

Oficina das Artes – Quinta da Regaleira - Sintra

de 24 de Novembro a 27 de Abril

sáb: 16h | dom: 11h30

dias úteis disponível para escolas e grupos organizados

espectáculo aconselhado para maiores de 6 anos

A Lua gosta de segredar essas estórias, gosta de nos fazer sonhar, viajar por mundos nunca vistos. Se escutarmos com atenção, ouvimos uma canção que embala, que nos faz voar e rir! E viajamos para uma feira cheia de algodão doce e porquinhos de barro… Escutamos fadas a tilintar, escondidas em grutas que brilham! Descobrimos que as árvores falam e têm lições para nos ensinar… Dançamos com Columbina e comemos pão com Lua. Caminhamos pelas florestas e conversamos com as formigas, muito amigas…

Duração: 60 m (aproximadamente)

espectáculo aconselhado para maiores de 6 anos

Reservas: 219 106 650, 707 234 234

Bilhetes à venda: Quinta da Regaleira, Fnac, Bliss, Livrarias Bulhosa, Lojas Abreu

www.ticketline.pt, www.plateia.iol.pt

www.tapafuros.com

Nippon Koma | Mostra de Cinema Japonês na Culturgest

Data: de 3 a 8 de Dezembro

Local: Culturgest

Endereço: Edifício Sede da Caixa Geral de Depósitos | Rua Arco do Cego | 1000-300 Lisboa

Informações: 21 790 51 55 | culturgest.bilheteira@cgd.pt

Programa:

Segunda 3
18h30
Paprika, de Kon Satoshi, 2006, 90’ Animação
21h30
Minamata, Victims and Their World, de Noriaki Tsuchimoto, 1971, 167’ Documentário

Terça 4
18h30
Cinema is about documenting lives: the life and works of Noriaki Tsuchimoto,
de Fujiwara Toshi, 2007, 94’ Documentário
21h30
Negadon: The Monster from Mars (2005), de Awazu Jun
5 Centimeters per Second (2007), de Shinkai Makoto, 113’ Animação

Quarta 5
18h30
Tokyo Loop, de Vários, 2006, 75’ Animação
21h30
Campaign, de Soda Kazuhiro, 2007, 120’ Documentário

Quinta 6
18h30
Yokohama Mary, de Nakamura Takayuki, 2006 92’ Documentário
21h30
Ghost In The Shell – Stand Alone Complex Volume 1, de Kamiyama Kenji, 2004-2005 120’ Animação

Sexta 7
18h30
New Hal&Bons, de Miki Shunichiro, Ishimine Hajime e Ishii Katsuhito, 2006 44’ Animação
21h30
Rokkasho Rhapsody, de Kamanaka Hitomi, 2006 119’ Documentário

Sábado 8
18h30
Sea Roar (1988), Worm Story (1989), Personal City (1990), Haruko Adventure (1991), e Box Age (1992), de Kurosaka Keita 108’ Animação
21h30
Tekkon Kinkreet, de Michael Árias, 2006 111’ Animação

"Winding Views" - Exposição de pinturas e gravuras por Mami Higuchi e Noriko Fuse

Duas artistas japonesas, vivendo e trabalhando na Europa, reflectem nas suas obras as suas apuradas sensibilidades perante as respectivas realidades.

Data: 17 de Novembro a 29 de Dezembro (excepto Domingos, 2ªs e feriados), das 15h00 às 19h00

Local: Esteta 7 (Espaço Mustang)

Endereço: R. Miguel Bombarda, 572 - 4050-379 PORTO

Contacto: Tel: (+351)917386536 | Email: esteta7@gmail.com | http://www.estetagaleria.com

Entrada Livre


Link: http://www.pt.emb-japan.go.jp/

Exmos Srs.

Vimos por este meio dar a conhecer o lançamento de uma nova iniciativa de edição de ficção em língua portuguesa.


POR UNIVERSOS NUNCA DANTES NAVEGADOS é uma antologia de contos e novelas de literatura fantástica da mão de autores portugueses e brasileiros.

A organização e selecção é de Jorge Candeias e Luís Filipe Silva, e a edição final de Luís Filipe Silva.

POR UNIVERSOS NUNCA DANTES NAVEGADOS

Antologia da Nova Literatura Fantástica em Língua Portuguesa

262 páginas

ISBN: 978-989-20-0887-5

http://Universos.Tecnofantasia.com

Contactos

Caso pretenda obter mais informações sobre o projecto, sobre a literatura fantástica em língua portuguesa, ou solicitar um exemplar para efeitos de apreciação e crítica, agradecemos que entre em contacto connosco através do email antologia@tecnofantasia.com

Obrigado pela vossa atenção.

Melhores cumprimentos

Luís Filipe Silva

Editor e autor: www.TecnoFantasia.com

Dezembro de 2007

Fundação Serralves

Teatro Nacional de São João

Programação Aqui

O RAPAZ DE BRONZE Nuno Côrte-Real

Libreto de José Maria Vieira Mendes segundo o conto homónimo de Sophia de Mello Breyner-Andresen

Versão de concerto

Culturgest
21. 22. Dezembro 2007 às 21:30h


Direcção musical Christoph König


Intérpretes

Rapaz de Bronze
Nora Sourouzian

Florinda
Eduarda Melo

Gladíolo
Daniel Norman

Tulipa
Margarida Reis

Rosa
Alexandra Moura

Begónia
João Sebastião

Cravo
Job Tome

Orquídea
Ana Barros


Orquestra Sinfónica Portuguesa

Encomenda
Casa da Música / Teatro Nacional de São Carlos

Co-produção
Culturgest / Casa da Música / Teatro Nacional de São Carlos

Teatro Nacional de São Carlos

RIGOLETTO de Giuseppe Verdi

10. 11. 12*. 13. 14. 17. 18. 19. 20. Dezembro 2007 às 20:00h
16. Dez. às 16:00h

Matinée Famílias: 21. Dezembro às 16:00h


Direcção musical Aleksandr Polianichko
Encenação Emilio Sagi
Cenografia Ricardo Sánchez Cuerda
Figurinos Miguel Crespi
Desenho de luz Eduardo Bravo


Orquestra Sinfónica Portuguesa

Coro do Teatro Nacional de São Carlos
Maestro titular Giovanni Andreoli

Co-produção
Teatro Nacional de São Carlos / ABAO, Bilbau

* Récita de Gala reservada ao Millennium bcp,
Mecenas Exclusivo do Teatro Nacional de São Carlos

LINK: http://www.saocarlos.pt/

Teatro Nacional D. Maria II

Em Cena:
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Boneca
Sala Estúdio
Até 16 de Dez 2007
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a partir de “Uma Casa de Bonecas” de Henrik Ibsen
encenação Nuno Cardoso
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A Última ceia ou sobre o cerejal
Teatro da Politécnica
Até 18 de Dez 2007
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a partir de “O Cerejal” de Anton Tchekov
encenação Mónica Calle
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Sonho de uma noite de verão
Sala Garrett
Até 30 de Dez 2007
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Sweeney Todd
Sala Azul do Teatro Aberto
Até 31 de Dez 2007
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O Terrível Barbeiro de Fleet Street
de Stephen Sondheim
encenação João Lourenço
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Darwin no Jardim
Teatro da Politécnica (Jardim Botânico)
Até 31 de Dez 2007
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concepção Laura Nardi [+info] Imagem para decoração Imagem para decoração
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O Que Sabemos (Conferência de R. Feynman)
Museu de Ciência
Até 03 de Fev 2008
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a partir de QED de Peter Parnel
encenação Amândio Pinheiro
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Memorial do Convento
Capela do Campo Santo, no Palácio Nacional de Mafra
Até 08 de Dez 2007
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texto “Memorial do Convento” de José Saramago
adaptação dramatúrgica de Filomena Oliveira e Miguel Real
encenação Filomena Oliveira
[+info] Imagem para decoração Imagem para decoração

9º Festival Intercéltico

Informações AQUI

5º Encontro de Teatro Ibérico

Informação AQUI

Cabaré de Ofélia

"Cabaré de Ofélia" é uma obra inédita, cómica e dramática, poética e musical, que revisita teatralmente o universo do Modernismo português, da geração de "Orpheu."
Cecilia é filha adoptiva de Daisy, uma menina mulata que esta arrancou à vida das ruas do Rio de Janeiro em 1915, quando apresentava em digressão um show/recital na cidade brasileira, dedicado aos poetas de "Orpheu", então apelidados de loucos pela imprensa portuguesa. A talentosa actriz-cantora seguirá as pisadas da mãe adoptiva no mundo do espectáculo no Portugal dos anos vinte, e é ela a cicerone que chama à cena a amiga Judith Teixeira (poetisa censurada e maldita que integrou o primeiro movimento Modernista em Portugal).


Em cena até 8 de Dezembro
De Quarta a Sábado, às 23h00
Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende em Évora

Estreia 9 de Janeiro de 2008
Em cena até 20 de Janeiro
Teatro da Trindade, em Lisboa

segunda-feira, dezembro 03, 2007

Fundação Calouste Gulbenkian

Uma obra em foco: A Religião na Grécia Antiga - Deuses do Olimpo representados na Colecção Gulbenkian
Exposições
Até 06/01/2008
10h00-18h00
Galeria de Exposição Permanente do Museu

Esta obra ilustra a religião na Grécia Antiga através da imagem dos deuses do Olimpo representados em moedas da Colecção.
BEATRIZ CANTINHO E VALÉRIO ROMÃO
BOXNOVA | A MALA

E se tivesse a oportunidade de, por alguns instantes, pôr todo o mundo numa mala?
15 Dez 2007 - 19:00 no CCB
Maiores de 12 anos

SALA DE ENSAIO

Preço único 4€


Uma peça de Beatriz Cantinho e Valério Romão

“A performer está no palco com uma mala. Há um cuidado exacerbado no controlo consciente e voluntário de todo o movimento. Como se cada gesto tivesse de ser pensado ao invés de executado em “modo automático”, como é normal. Confere uma atmosfera de hiper-realismo que será mantida ao longo do espectáculo e utilizada para amenizar a presença dos sintomas que nela encarnam, que seriam demasiado óbvios caso surgissem num personagem corporalmente normalizado. A sua primeira função em palco é a de descrever a peça. A segunda é a apresentação dos males do mundo, como num prontuário patológico ou filosófico de entendimento e compreensão do mundo do qual todos nós, uns mais outros menos, padecemos.”

Valério Romão


Coreografia e dramaturgia BEATRIZ CANTINHO & VALÉRIO ROMÃO
Textos VALÉRIO ROMÃO
Interpretação BEATRIZ CANTINHO
Luz JOSÉ RODRIGUES
Artistas convidados/banda MÓNICA COTREANO & PEDRO GONÇALVES
Produção BEATRIZ CANTINHO


THOMAS BERNHARD E AS PESSOAS DA SUA VIDA

No CCB até 16-12-2007

THOMAS BERNHARD E AS PESSOAS DA SUA VIDA

THOMAS BERNHARD UND SEINE LEBENMENSCHEN

Organizada pela Fundação Privada Thomas Bernhard, a exposição dá a conhecer aspectos da vida e da criação do escritor austríaco.


DE SEGUNDA A SEXTA DAS 14H ÀS 18H
SÁBADOS, DOMINGOS E FERIADOS DAS 14H ÀS 20H
ENTRADA LIVRE

“Acredito que há pessoas decisivas para toda a gente. Tive duas na minha vida. O meu avô materno e alguém que conheci um ano antes da morte da minha mãe. Foi uma relação que durou mais de trinta e cinco anos.”
Em conversa com Asta Scheib, Thomas Bernhard falava assim das pessoas importantes da sua vida, tema que dá o mote para a exposição apresentada na Galeria Mário Cesariny. Constituída por várias fotografias, cartas de família e textos originais assinados pelo punho do autor de Antigos Mestres, a exposição leva-nos ao lado mais íntimo e familiar do escritor austríaco.

LINK: http://www.ccb.pt/sites/ccb/pt-PT/ccbsplash/Pages/CCBNatal.aspx

sexta-feira, novembro 30, 2007

PANDEIRO – O INSTRUMENTO QUE ACOMPANHA AS BATIDAS DO CORAÇÃO

Meu pandeiro brasileiro... Olhando a sua árvore genealógica, observo que esse pequenino instrumento, hoje um dos grandes símbolos da cultura popular brasileira, é da família dos membranófonos e referências remotas suas podem ser encontradas já nas escrituras sagradas (I Samuel, 18:6). Derivado do tambor, o pandeiro persegue o homem ao longo da sua odisséia de utilização das habilidades manuais, essa faculdade libertadora que, sob o comando do cérebro, ajudou-nos a modelar o mundo peculiar ao nosso redor. A percussão acompanha o homem, das festividades sagradas às profanas, em sinais de luto ou de júbilo, desde os povos mais antigos como os fenícios e egípcios.

Também temos o adulfe como integrante desta família, espécie de pandeiro quadrado, com membrana bilateral, geralmente adornado com fitas e sem platinelas (aquelas pequenas placas cromadas ou niqueladas de latão ou bronze que produzem o som metálico do instrumento). A partir da Idade Média, na Europa, adulfes, pandeiretas e pandeirolas difundiram-se através dos toques dos artistas ambulantes, sendo utilizados em festas folclóricas pela Itália, Espanha e Portugal, até darem entrada no ambiente da Côrte e integrarem-se às orquestras.

A migração portuguesa para o Brasil traria consigo a tradição das procissões, pastoris e, consequentemente, os primeiros registros de utilização do pandeiro em meados do século XVI, em celebrações de Corpus Christi. Assim, instala-se o pandeiro que, juntamente com as manifestações africanas, foi sendo utilizado e modificado até ganhar identidade nacional com a MPB e uma forma muito especial de execução. Hoje, o leque de ritmos que o instrumento abarca é imenso, tendo-se fixado como referência desde o samba, o choro e o frevo, até ritmos menos convencionais como o funk.

No Nordeste nasceu um dos maiores ritmistas, o paraibano Jackson do Pandeiro, que se radicou em Pernambuco e fez nome com suas levadas, toques e batuques no forró. Cada instrumentista tem os seus truques, mandingas e façanhas singulares de expressão manual, que dão o molho rítmico e contagiante necessários para a música. Pondo-se à parte a fabricação em série, igualmente especial é a forma de fabrico artesanal do instrumento: cada artesão com suas técnicas de tratar a madeira, parafusá-la, envernizá-la, além da escolha do couro de cabra para se extrair o desejável som grave veludoso. Nesta linha de manufatura meticulosa, podemos citar os nomes de Aluízio de Fortaleza, Lanka de Campina Grande e Chico Nunes do Recife.

E ao aportarmos na capital pernambucana, podemos finalizar este texto, destacando alguns pandeiristas que se dedicaram no desvendar dos segredos do pandeiro, ainda que isso nos custe a injustiça de omissão de nomes importantes. Entre vários deles, encontramos desenvoltura e destaque, por exemplo, nos percussionistas Lula do Pandeiro, Xaruto, Walmir Chagas (ator), Mamão, George, Gilberto Campello (do grupo Sa grama) e Tadeu dos Santos (da Orquestra Retratos do Nordeste). Aqui fica a nossa homenagem singela, “in memoriam”, a quatro grandes referências em nosso Estado, na arte do toque do pandeiro e para os quais este texto é dedicado: os mestres Maciel, Galego do Pandeiro, Cosme e Aluízio do Pandeiro.


João Araújo é compositor, pandeirista e aluno do Mestrado
em Criações Literárias Contemporâneas
da Universidade de Évora, Portugal
http://www.jpoeta.blogspot.com

quinta-feira, novembro 29, 2007

Lançamento - SANTIAGO ALQUIMISTA 15 DE DEZEMBRO

Fantástico livro de Poesia - Patricia Madeira - Minh'Alma em Pedaços (Corpos Editora)

quarta-feira, novembro 28, 2007

O Silêncio das Almas

Lançamento dia 30 de Novembro ás 19.30 hrs no Palácio das Galveias, Lisboa/Campo Pequeno.

APAREÇAM!!!

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O SILÊNCIO DAS ALMAS


“Até parece que foi hoje. Levantou-se, fez as malas... E sempre em silêncio, apenas saiu…”

“Nove anos de uma vida em comum e acordei com a sensação de que, à parte de termos compartido os lençóis da mesma cama e algumas horas de alguns dias das nossas vidas, não partilhámos absolutamente mais nada...”

Esconder, silenciar, abdicar do ser próprio para nos moldarmos ao ser amado...

O medo de ferir, abrir diálogos passados para não por em causa um futuro incerto, quase sempre com os dias contados...

O espelho do quarto, o nosso melhor confidente; o corpo que se arrasta sem forças para mais... o silêncio...

Há sempre um dia em que a alma diz “BASTA” ,como um grito fechado numa gaveta empoeirada pelo peso do tempo; há sempre um dia em que acordamos fartos de viver o que ainda não existe e queremos fugir do que já vivemos, fugir de nós, fugir de tudo e de todos...

“ O Silêncio das Almas” fala desses dias em que o mundo cái sobre as nossas costas sem que o possamos mais suster; esse mundo onde o silêncio e o amanhã são almas gémeas que acabam por sacrificar tudo o que ficou para trás, tudo o que foi bom, tudo o que deixou de ser, hoje, aqui e agora.

“O Silêncio das Almas” é uma história contada a duas vozes, uma história sobre os desencontros que caminham na mesma direcção à procura da mesma coisa, de maneira diferente... em silêncio.

Os Autores


Hugo Girão & Isabel Fontes