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quinta-feira, março 29, 2012

Dona Maria, A Empregada de Cavaco


«Bem alertou o Senhor Presidente que o corte dos subsídios aos funcionários públicos e aos pensionistas não era justo. E o Senhor Presidente sabia do que falava, pois ele também é um desses pensionistas. Lá por não jogar à bisca lambida no jardim de Belém com os outros reformados, não andar a ler todos os jornais gratuitos que oferecem nos semáforos e ganhar uma pensão 33 vezes mais alta do que a de 300 euros que eles têm não quer dizer que o Senhor Presidente não sofra com os cortes nas pensões. (…). Correu até o boato que o Senhor Presidente não ia assinar o Orçamento para 2012. Mas essas pessoas não conhecem o Senhor Professor Cavaco Silva como eu conheço. O seu dever é alertar. Não é vetar. (…) Felizmente durante os seus 48 anos de casado, o Senhor Presidente e a Primeira-dama foram sempre muito poupados. (…) Tivessem os outros reformados feito o mesmo e agora não andavam aí a protestar por tudo quanto é lado. Ganhavam o salário mínimo e não punham nada de lado? E agora queixam-se?! Como se diz na minha aldeia: no poupar é que está o ganho.» Nascida em Horta da Vilariça, no final dos anos 40, Maria chegou a Lisboa ainda na flor da juventude. Nascida para trabalhar, rapariga de muita discrição, cedo ganhou a admiração nos corredores do Palácio de Belém. Testemunha privilegiada do dia a dia do palácio, Maria traz-nos ao longo destas páginas o relato inédito e não censurado dos bastidores da presidência do Professor Aníbal Cavaco Silva. Dos pequenos episódios da vida
doméstica às audiências com as grandes figuras da política internacional, tudo é aqui registado de forma simples e apaixonada pela empregada do Presidente da República. António Ribeiro regressa à escrita com pano de pó e espanador em punho, para nos abrir as portas do Palácio de Belém e narrar as peripécias de Maria, a empregada de Cavaco Silva. Testemunha única de casos que incendiaram a vida política nacional nos últimos 6 anos. Das alegadas escutas em Belém, às relações institucionais com José Sócrates e Passos Coelho, do estatuto dos Açores, ao Orçamento de Estado de 2012, das ações do BPN, às pensões do Senhor Presidente da República.
ANTÓNIO RIBEIRO (pseudónimo do autor) Autor do bestseller O Cão de Sócrates.

COD INTERNO
28478
ISBN
978-989-626-365-2
EAN
9789896263652
TITULO
D.Maria, A Empregada de Cavaco
AUTOR
Ribeiro, António
EDITORA
ESFERA
PVP
15,00 €
TEMATICA
Humor


Ler mais: http://jsousacesodilivros.webnode.pt/products/esfera-dona-maria-a-empregada-de-cavaco-15-00EUR/

Livro: Ladrão de Cadáveres


Ladrão de Cadáveres na imprensa
"Paródia a The Body Snatcher (1884), de Robert Louis Stevenson, Ladrão de Cadáveres, de Patrícia Melo, é um policial maduro, cheio de óptimos aforismos sobre a morte e com grande força imagética."

Filipa Melo, Sol
 "Da paisagem do Pantanal brasileiro espera-se uma luz brilhante. Ofuscante e calorosa, potenciadora de alegria. Em Ladrão de Cadáveres quando chegamos a Corumbá "chafurdamos no calor", mas a bondade da luz já lá não está. Dir-se-ia quase apagada. Pressentimos que Patrícia Melo usou este efeito para se sentir mais confortável, ela que carregava até aqui nos seus romances a sujidade das grandes urbes brasileiras: São Paulo e Rio de Janeiro."

Rui Lagartinho, Público

quarta-feira, outubro 17, 2007

Corpos/Fnac Vila Nova de Gaia


apresentação do novo cd "Voyeur" de Ex-Ricardo dePinho Teixeira esta Sexta-feira, 19 de Outubro de 2007, apartir das 21h30, no forum da Fnac do GaiaShopping. Esta apresentação contará com a participação especial de Cristina Bacelar, Pedro Romualdo, Nuno Saavedra e Ironic Salazar.

Nesta mesma noite também serão apresentados mais 2 novidades Corpos -

"Reticências..." de Paulo Alcoforado "Amores (Im)perfeitos" de Carla Veiga Ribeiro

quarta-feira, maio 16, 2007

Entrevista ao escritor Pedro Lopes.

Entrevista ao escritor Pedro Lopes.

(Clicar nas fotos para aumentarem)

J.F. O "Um Amor Perfeito numa Vida Imperfeita" é o teu primeiro livro?

P.L. Não, é o meu 4 livro mas o primeiro no género de Romance.


J.F. Tens mais projectos na gaveta à espera de serem libertados para o mundo editorial? Prosa? Poesia de novo?

P.L. Sim, tenho um novo livro de poesia intitulado “Passione” e espero edita-lo um pouco antes do natal

J.F. O que consideras mais complicado? Escrever poesia ou prosa? Porquê?

P.L. Eu escrevo em ambas as vertentes quer prosa e prosa poética como também poesia. Considero que escrever em prosa é muito mais complicado, sobretudo quando escrevemos uma história com várias personagens que temos de interligar entre si.


J.F. Qual a sensação de ver um livro com o teu nome, publicado?

P.L. A sensação é em muito semelhante ao nascimento de um filho. É algo tão esperado que se torna uma sensação indescritível.

Mesmo que o façamos várias vezes será sempre como a primeira vez… outra sensação magnifica é ir a uma livraria e por acaso descobrires o teu livro como já me aconteceu, é muito bom…

J.F. Em termos literários, acreditas na inspiração?

P.L. Sim acredito. É algo que nos acompanha, uns dias mais que outros, que vai mas sempre volta…

É ela que nos faz escrever, que nos motiva que nos faz chegar mais além…

J.F. Qual é a tua profissão?

P.L. Operário Fabril

J.F. Quanto tempo dedicas à escrita ou é um processo totalmente livre?

P.L. É um processo totalmente livre. Por vezes dedico quase todo tempo livre que tenho, por outras não dedico tempo algum…

J.F. O teu livro é uma edição de autor, correcto? Como foi o processo? Foi moroso?

P.L. Tenho alguns livros de edição de autor… Mas este ultimo romance “Um Amor Perfeito” numa Vida Imperfeita” foi uma aposta de uma editora que aposta em jovens autores.

J.F. Quando começaste a escrever? Alguma razão em particular?

P.L. Comecei a escrever desde que me conheço por gente, é algo que está profundamente ligado ao meu ser, ao meu interior, ao meu sentir…

J.F. Escolhe um poema de um dos teus livros.

P.L. Amar…

Amar é chorar como quem ri

É tremer de frio e sentir calor

É perder sangue sem dor

É estar triste quando sorri.

Amar é acordar sem ter dormido

É sentir o coração nas mãos

É suar sem se mexer, é gemido

É intenso querer fazer Amor contigo.

Amar é andar mesmo sem pernas

É ser odiado e gostar de ti

É perder a cabeça e não apenas

É teu perfume no ar, eu senti.

Amar é sem reino ser Rei

É lutar sem espada

É ser humilhado e dizer Amei

Amar multiplicação de sentir centrado em ti…

Pedro Lopes – Reminiscência de Infinito Sentir – Edições Ecopy

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Obras de Pedro Lopes:

Reminiscência de Infinito Sentir - Edições Ecopy (Poesia)
Plenitude de Sentir - Editorial Minerva (Poesia)
Um Amor Perfeito Numa Vida Imperfeita - CorposEditora (Romance)
Postumus' Est - Edições Ecopy (Poesia)