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domingo, maio 17, 2009

1.ª edição do Prémio de Poesia Manuel Alegre


O Prémio, a conceder bienalmente, será atribuído pela primeira vez este ano e pretende galardoar uma obra inédita de Poesia, escrita em Língua Portuguesa. Com esta iniciativa o IPL dá cumprimento, à missão prevista na Lei para Instituições de Ensino Superior, de contribuir para a compreensão pública das humanidades, das artes, da ciência e da tecnologia, promovendo e organizando acções de apoio à difusão da cultura humanística, artística, científica e tecnológica.

O prémio para a obra vencedora é no valor de 7.500 euros (sete mil e quinhentos euros), cedendo o autor ao IPL todos os direitos sobre a primeira edição da obra.

Candidaturas à primeira edição encontram-se abertas até 15 de Setembro de 2009.

sábado, janeiro 19, 2008

Amadeu Baptista

é o vencedor

do Prémio Internacional de Poesia

Palavra Ibérica



O Prémio foi instituído pela Câmara Municipal de Vila Real de Santo António e pelo Ayuntamiento de Punta Umbria, contando com a colaboração de «Sulscrito – Círculo Literário do Algarve».



Um júri constituído por José Mário Silva, António Carlos Cortez e Fernando Esteves Pinto, decidiu por unanimidade atribuir o prémio à obra intitulada «Sobre as Imagens», da autoria de Amadeu Baptista, de entre um conjunto de 138 originais apresentados a concurso.



«Sobre as Imagens» é constituído por um ciclo de catorze poemas, tendo por referência os 14 painéis provenientes do antigo retábulo da capela-mor da Sé de Viseu, agora expostos no Museu de Grão Vasco, nessa mesma cidade de Viseu.

Amadeu Baptista nasceu no Porto, a 6 de Maio de 1953.

É membro da Associação Portuguesa de Escritores e do Pen Clube Português.

Publicou as seguintes obras de poesia:

As Passagens Secretas, Coimbra, 1982

Green Man & French Horn (in A Jovem Poesia Portuguesa/2, em col.), Porto, 1985

Maçã [Prémio José Silvério de Andrade – Foz Côa Cultural, 1985], prefácio de Maria da Glória Padrão, Porto, 1986

Kefiah, prefácio de Floriano Martins, Viana do Castelo, 1988

O Sossego da Luz, posfácio de Vergílio Alberto Vieira), Porto, 1989

Desenho de Luzes (edição galaico-portuguesa), Corunha, Galiza, Espanha, 1997

Arte do Regresso (pelo primeiro capítulo deste livro, Cúmplices, recebeu o Prémio Pedro Mir, na categoria de Língua Portuguesa, promovido pela revista Plural, da Cidade do México, em 1993), Porto, 1999

As Tentações, Santarém, 1999

A Sombra Iluminada (in Douro: Um Percurso de Segredos, em col.), Peso da Régua, 2000

A Noite Ismaelita, Guimarães, 2000

A Construção de Nínive, Porto, 2001

Paixão (Prémio Vítor Matos e Sá, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, 2001 e Prémio Teixeira de Pascoaes, 2004), Porto, 2003

Sal Negro (in Sal Negro Sal Branco com 25 fotografias de Rosa Reis) Almada, 2003

O Som do Vermelho – tríptico poético sobre pintura de Rogério Ribeiro, prefácio de Ana Isabel Ribeiro, Porto, 2003

O Claro Interior [Prémio de Poesia e Ficção de Almada – 2000 / poesia], prefácio de Emília Ferreira, Almada, 2004

Salmo (com a reprodução de um desenho de Rogério Ribeiro), Porto, 2004

Negrume (com desenhos de Ana Biscaia), Lisboa, 2006

Antecedentes Criminais (Antologia Pessoal 1982-2007), Vila Nova de Famalicão, 2007

O Bosque Cintilante [Prémio Nacional de Poesia Sebastião da Gama, 2007], Vila Nova de Azeitão, 2007 (ed. fora do mercado)

Balada da Neve e Outros Poemas, Maputo, Moçambique, 2007

Recentemente, foram-lhe atribuídos o Prémio Nacional de Poesia Sebastião da Gama (2007), o Prémio Nacional de Poesia Natércia Freire (2007) e o Prémio Literário Florbela Espanca (2007), respectivamente, pelos originais O Bosque Cintilante, Poemas de Caravaggio e Outros Domínios.

Poemas seus foram traduzidos para alemão, castelhano, catalão, francês, hebraico, italiano, inglês e romeno.

O vencedor da edição espanhola do Prémio Internacional de Poesia Palavra Ibérica foi Rafael Camarasa Bravo, com a obra intitulada «El sitio justo».

sexta-feira, julho 13, 2007

Exposição Jovens Artistas - Alentejo

Na presença do Secretário de Estado da Cultura, foi inaugurada dia 7 de Julho, pelas 18 horas, no centro de Artes de Sines, a exposição "Jovens Artistas - Alentejo". Esta exposição reúne os trabalhos de três artistas seleccionados por um júri, de entre os quais será escolhido o vencedor do "Prémio da Direcção Regional da Cultura do Alentejo / Universidade de Évora para jovens criadores de artes visuais". Os artistas presentes na exposição são Rui Macedo, Susana Pires e João Pedro Mateus, este último, licenciado em Artes Visuais (Pintura) pela Universidade de Évora.

A exposição estará patente no Centro de Artes de Sines até 26 de Agosto. Posteriormente, pode ser visitada nas cidades de Ponte de Sôr (11 de Outubro a 4 de Novembro), Elvas (16 de Novembro a 15 de Dezembro) e Évora (21 de Dezembro 2007 a 25 de Janeiro de 2008).


Sobre o Prémio

Depois de algumas décadas de projectos esporádicos, a situação da divulgação da Arte Contemporânea no Alentejo parece encontrar-se actualmente num ponto de viragem para um trabalho mais continuado, fundado em estruturas perenes. Depois da licenciatura em Artes Visuais a Universidade de Évora lançou outros cursos de pós-graduação e instalaram-se, ou estão em vias de instalação, centros de relevante importância e dimensão em Sines, Elvas e Ponte-de-Sôr, que se espera mudarão significativamente o panorama da região, quer na oferta cultural contemporânea, quer nas condições de produção e habitabilidade de jovens criadores no Alentejo.

O Prémio criado pela Direcção Regional de Cultura do Alentejo e apoiado pela Universidade de Évora pretende incorporar o seu resultado na programação desses centros, criando entre eles um programa comum de itinerâncias que se espera possa em breve passar para a Extremadura espanhola, ampliando o impacto da iniciativa junto do público, e amplificando a visibilidade do conjunto de artistas escolhido em fases relativamente embrionárias das suas carreiras.


Fonte: UEline

terça-feira, junho 19, 2007

A Internet no seu Melhor...

Favourite Website Awards

Sites fantásticos... entre eles, este: Johnny Hollow

segunda-feira, abril 02, 2007



Pelo livro "Génese"

António Ramos Rosa recebe Grande Prémio de Poesia APE/CTT 2005

02.04.2007

Fonte: Lusa

António Ramos Rosa recebeu hoje, pelo seu livro "Génese", o Grande Prémio de Poesia APE/CTT 2005, que classificou como "um dos prémios mais valiosos" com que foi distinguida a sua obra.

"O poeta é aquele que sacrifica tudo pela sua obra", declarou, citando Karl Marx, para logo acrescentar que a poesia "não é uma proclamação e não é propriamente uma demonstração (...) - um poema não demonstra nada", mas que "a poeticidade não é secundária". "É 'dar a ver' qualquer coisa, como dizem os franceses", defendeu. Esta foi a segunda vez que o poeta recebeu este galardão. A primeira foi em 1989, ano em que foi criado, pela recolha "Acordes".O prémio, no valor de cinco mil euros, foi criado pela Associação Portuguesa de Escritores e é patrocinado pelos Correios de Portugal, para distinguir, anualmente, um livro de um autor português publicado integralmente e em primeira edição no ano a que respeita o concurso, não sendo admitidas obras póstumas. O galardão foi atribuído a Ramos Rosa por unanimidade de um júri composto por Ana Gabriela Macedo, Ana Paula Arnaut e Manuel Gusmão. Este destacou "a generosidade de António Ramos Rosa e a confiança que ele deposita na palavra". "O poeta Ramos Rosa é uma árvore que dá poemas como quem dá frutos", sublinhou. António Ramos Rosa, de 82 anos, um dos nomes maiores da poesia portuguesa contemporânea, é natural de Faro e autor de obras como "O Incêndio dos Aspectos", "Volante Verde", "O Ciclo do Cavalo", "Acordes" (1989, Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores) e "As Armas Imprecisas" (1992). Da sua obra ensaística, destacam-se "Poesia, Liberdade Livre" (1962), "A Poesia Moderna e a Interrogação do Real" (1979), "Incisões Oblíquas" (1987), "A Parede Azul" (1991) e "As Palavras" (2001). O seu livro "Génese" fora já anteriormente distinguido, em Portugal, com dois outros importantes galardões literários: o Prémio de Poesia Luís Miguel Nava e o Prémio PEN Clube de Poesia, ambos referentes a obras publicadas em 2005.

segunda-feira, fevereiro 26, 2007

Prémio Vergílio Ferreira atribuído a Vasco Graça Moura

O Prémio Vergílio Ferreira, criado pela Universidade de Évora em 1997, para galardoar ensaístas e/ou romancistas de língua portuguesa, foi atribuído este ano a Vasco Graça Moura.

Ensaísta, crítico, tradutor, poeta e ficcionista, Vasco Graça Moura é um dos nomes maiores da cultura portuguesa contemporânea. O seu nome vem juntar-se, na lista dos detentores do Prémio Vergílio Ferreira, a Maria Velho da Costa, Maria Judite de Carvalho, Mia Couto, Almeida Faria, Eduardo Lourenço, Óscar Lopes, Vítor M. Aguiar e Silva, Agustina Bessa Luís, Manuel Gusmão e Fernando Guimarães.

O júri, presidido pelo Prof. José Alberto Gomes Machado (por delegação do Reitor da Universidade de Évora), integrou os Professores Isabel Allegro de Magalhães (Universidade Nova Lisboa), José Carlos Seabra Pereira (Universidade de Coimbra), Ana Clara Birrento (Universidade de Évora) e a crítica literária Dr.ª Clara Ferreira Alves.

O galardão pretende dar projecção e visibilidade às obras de ficção ou ensaio dos autores escolhidos e inclui uma componente pecuniária de cinco mil euros.

Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa em 1966, Vasco Graça Moura ainda chegou a exercer a profissão, para além de se ter dedicado também à política.

Publicou a sua primeira obra, "Modo Mudando", em 1963, a que se seguiram vários outros livros de poesia, ensaio, ficção, assim como uma peça de teatro ("Ronda dos Meninos Expostos", 1987), um diário ("As Circunstâncias Vividas", 1995) e as crónicas de "Papéis de Jornal" (1995).

As suas traduções de "Vita Nuova" e da "Divina Comédia", de Dante, valeram-lhe o Prémio Pessoa, em 1995.

Como é da tradição, o Prémio será entregue em cerimónia pública a realizar no dia 1 de Março, aniversário da morte de Vergílio Ferreira.

Fonte: Universidade de Évora