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quinta-feira, março 29, 2012

Felizmente há Luar, Auditório Municipal de Gaia

Uma abordagem do texto de Luís de Sttau Monteiro, que cruza o tempo de Gomes Freire, o tempo de Humberto Delgado e o tempo atual, com encenação de António Júlio.


Rua Moçambique - 223.771.820
Drama
Até 01/04/2012
3ª a Sáb. às 21h30 e Dom. às 16h
€10,00

quinta-feira, agosto 27, 2009

MITO - Mostra Internacional de Teatro de Oeiras


3 a 13 de Setembro
Edição 2009: Língua Portuguesa
Entrada Livre

MITO

quinta-feira, julho 23, 2009


ensaio aberto sobre
a última gravação de krapp




23 a 26 de Julho de 2009
todos os dias, às 21h30


ENTRADA LIVRE



concepção e interpretação | Mónica Calle
tradução | José Maria Vieira Mendes
fotografia | Bruno Simão
telões | Maria Azevedo
produção executiva | Alexandra Gaspar


informações: 96 351 1971 / 91 770 5762


Casa Conveniente
Rua Nova do Carvalho, 11
Lisboa - Cais do Sodré
ver mapa

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Casa Conveniente
Direcção artística: Mónica Calle
Rua Nova do Carvalho, n.º 11
(ao Cais do Sodré)
1200-291 Lisboa

quinta-feira, junho 25, 2009

Teatro - O Processo

O Processo
A partir da obra de Franz Kafka; Ricardo Bargão, adaptação e encenação; José Carlos Venâncio, Márcio Oliveira, Miguel Leitão, Natacha Noronha Paulino e Pedro Wilkinson, interpretação.
Até 31 Jul
Qui a Sáb: 22h

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Espectáculo adaptado da obra do escritor checo Franz Kafka (1883-1924). Texto publicado em 1925 conta a história de Josef K. que certa manhã é acordado por dois homens que o vêm prender. Josef não sabe o motivo porque é preso e sujeito a um longo e incompreensível processo. Ao longo da peça, o protagonista vai juntando informação para tentar perceber que crime cometeu. No fim, a justiça é implacável e Josef é condenado à morte por algo nunca revelado.
#

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Informações Úteis: 210 994 142
Preço dos bilhetes: 10€
Maiores 16 anos
Duração: 100min

Gota Teatro Oficina
Endereço: Calçada do Correio Velho, 14-16
1100-171 Lisboa

quarta-feira, maio 27, 2009

Fura dels Baus apresenta novo espectáculo "Imperium" no Festival Imaginarius, em Santa Maria da Feira

Esta companhia espanhola, oriunda de Barcelona, será uma das grandes atracções no programa do 9º Imaginarius - Festival Internacional de Teatro de Rua, que decorre de 28 a 31 de Maio, no centro histórico.

O espectáculo, para maiores de 16 anos, será apresentado no Pavilhão da Lavandeira, a 28, 29 e 30 de Maio, às 21:30, com lotação limitada a 1100 lugares por sessão.


Fonte: Lusa

quarta-feira, abril 01, 2009

A CASA







Um espectáculo de Ana Ribeiro

a partir de “O Vestido Vermelho” de Stig Dagerman

e “A Missão, ou porque as raparigas continuam
a querer ir para Moscovo” de Mónica Calle

Reservas: 91 995 6566



A CASA


De | Ana Ribeiro
Com | Ana Ribeiro e David Dias
Voz off | Mónica Calle e Mónica Garnel
Espaço cénico | Sttiga
Design gráfico | António Duarte
Datas | 6 a 12 de Abril de 2009 (2ª a Domingo)
Horário | 21h30
Local | Casa Conveniente, Lisboa (ao Cais do Sodré)


Bilhete | 6 €
Info / Reservas | 91 995 6566
Site | www.casaconveniente.pt






"Perguntam-me porquê? Vou dar-vos a resposta.”


Stig Dagerman, "O Vestido Vermelho”




"Perfilados de medo, agradecemos
o medo que nos salva da loucura.
Decisão e coragem valem menos
E a vida sem viver é mais segura.


Aventureiros já sem aventura,
perfilados de medo combatemos
irónicos fantasmas à procura
do que não fomos, do que não seremos.


Perfilados de medo, sem mais voz,
o coração nos dentes oprimido,
os loucos, os fantasmas somos nós.


Rebanho pelo medo perseguido,
já vivemos tão juntos e tão sós
que da vida perdemos o sentido..."


Alexandre O'Neill, "Perfilados de medo”




“Mas as raparigas continuam a querer ir para Moscovo"




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Casa Conveniente
Direcção artística: Mónica Calle
Rua Nova do Carvalho, n.º 11
(ao Cais do Sodré)
1200-291 Lisboa


teatro.casaconveniente@gmail.com
www.casaconveniente.pt

Estrutura financiada pela DGArtes / Ministério da Cultura

sexta-feira, março 27, 2009

A "Menina Olímpia e sua criada Belarmina" continuará em cena nos próximos dias 27, 28 e 29 de Março, no espaço Fábrica, na rua da Alegria 341, Porto. É um pouco acima do Centro Comercial Plaza: é subir, atravessar a rua Formosa, subir e encontram à esquerda a porta alta branca de metal.

O espectáculo, na sexta e sábado, começa às 21.30, no Domingo às 16.30 e o vinho do Porto, os deliciosos "pirilampos" e os figos secos lá continuam para fazermos companhia à Menina Olímpia.

O evento tem a duração cerca de 1,15 h. mas não se dá pelo tempo a passar de tão extraordinário.
Prepare-se para experimentar os mais nobres sentimentos e sensações: ternura, emoção, compaixão, fraternidade, cumplicidade, serenidade.

Leve um lenço. Talvez lhe aconteça chorar - de pena ou de melancolia ou de muita paz.

Os bilhetes são adquiridos no local a 3,00€.

Livraria Poetria

terça-feira, março 24, 2009

Transacções

Data: 13/03 a 03/05
Sala: Teatro Municipal Maria Matos
Categoria: Teatro


Sinopse

A peça retrata um conjunto de situações e peripécias à volta de um conjunto de pessoas que tentam comprar/adquirir um quadro de Pollock, o “ Lavender Mist”.
Loren, a protagonista, é uma marchand (negociadora de arte) não muito bem sucedida que vê neste quadro a possibilidade de fazer o negócio “da sua vida”. David Truscott, um milionário em processo de divórcio, pretende aliená-lo para assim não ter de o partilhar com a sua mulher. Gerry, marido de Loren, é um psiquiatra, cansado da sua profissão, que gosta de manter um certo status e qualidade de vida, vendo nas tentativas de negócio de Loren, quase todas falhadas, um passo certo para a ruína. Há mais dois casais: Kel e Mindy, que gerem um site de entregas rápidas na Internet, jovens bem sucedidos e que enriqueceram depressa e Manny e Phyllis, milionários que gostam de encher a casa com obras de arte mais por ostentação do que por gosto e sabedoria. Por fim temos Dawn Grey, uma consultora que conhece bem o mercado da arte e que trabalha para uma empresa que pretende investir em “valores seguros” para assim potenciar os seus ganhos.
As cenas desenrolam-se em dois actos, com tentativas várias para arrecadar o quadro, com avanços e recuos, especulações, chantagens e revelações bizarras sobre as características dos personagens. Ao longo da peça, e à medida que vai parecendo certa a venda do quadro a um dos vários solicitadores, vamos percebendo o fio frágil das várias relações, todas em estado ruptura, todas “a bout de souffle”, caminhando para um fim que parece inevitável. Os diálogos, são também reveladores de uma série de lugares-comuns mais ou menos abrangentes sobre a complexa teia do mercado da arte e dos seus negociadores. Dealers à procura do seu lugar ao sol.

Texto – David Williamson
Tradução – Manuel Portela
Encenação – João Reis
Assistente de Encenação – Cláudia Cheu
Cenografia – Pedro Tudela
Figurinos – Helena Carmona
Desenho de Luz – Nuno Meira

domingo, março 22, 2009

TEATRO
Inocente silêncio na Comuna

Através da arte, a Associação para a Defesa dos Direitos Humanos pretende sensibilizar o cidadão para as grandes questões da violação dos direitos humanos, ao mesmo tempo que angaria fundos.

Estes são os objectivos da peça Inocente Silêncio, de Laura Vasconcellos, em cena no Teatro da Comuna, em Março. Inocente Silêncio fala da cruel realidade da prostituição infantil no Cambodja, Laos e Tailândia.

A história desenrola-se nesse mundo bárbaro, onde se assiste à compra e tráfico de crianças, levando às mais terríveis torturas físicas, emocionais e, muitas vezes, à morte.

A autora conta a história de Mei Win, uma menina natural do Cambodja, vendida por familiares a uma casa de prostituição e retrata a luta diária dessas crianças pela sobrevivência.

Inocente Silêncio é inspirada em factos verídicos, descrevendo o percurso de Mei Win, até sair dessa vida de sofrimento, para se tornar numa defensora activa dos direitos dessas crianças.

No foyer está também presente uma exposição de fotografias, quadros, desenhos e esculturas. A venda dessas obras reverterá igualmente para a ADDHU.

Horário até 28 de Março, de quinta a sábado, às 21h30

Preço 10 euros

Fonte: Destak.pt

segunda-feira, março 16, 2009

sábado, março 14, 2009

«Caveman» em cena no Teatro Rivoli

O actor Jorge Mourato será o «one-man-show» na apresentação da peça «Caveman», que estará em cena no Teatro Rivoli, no Porto, entre 6 de Março e 19 de Maio. A peça, uma adaptação do texto «Defending the Caveman», do norte-americano Rob Becker, baseia-se nas diferenças entre os sexos e na forma como homens e mulheres se relacionam.

Jorge Mourato estará em palco de quarta-feira a sábado, pelas 21h30, e aos domingos às 19h00.

quinta-feira, março 12, 2009

No CCB



A Omissão da Família Coleman é a primeira obra do autor e encenador Claudio Tolcachir. Um retrato grotesco de uma família à beira da dissolução.
20, 21 e 23 Mar 2009 - 21:00
22 Mar 2009 - 16:00

M/12 ANOS


PEQUENO AUDITÓRIO - SALA EDUARDO PRADO COELHO


PREÇOS

Plateia 15€
Laterais12,5€

DESCONTOS HABITUAIS

(Para bilhetes adquiridos no CCB)


Uma família argentina de classe média-baixa atravessa uma situação económica muito difícil. Temos Memé, a mãe, demasiado infantil para lidar com tudo o que enfrenta, os seus filhos, quatro jovens adultos, cada um com os seus problemas, e a avó que representa a autoridade moral da casa. A vida vai correndo com normalidade até ao dia em que a avó fica doente. No hospital, todos aproveitam a estada da avó para se aquecer, comer, tomar banho porque em casa já não é possível. Os conflitos acentuam-se e a família Coleman vai-se debatendo entre o absurdo do quotidiano e a violência. O humor é negro e corrosivo e vai levar-nos a reconhecer nos Coleman algumas das nossas tragédias familiares.

“Tudo o que eu poderia ser e fazer se não estivesse aqui?”
“Poderia alguma vez não estar aqui?”
“Quem sou fora desta casa e desta família?”

CLAUDIO TOLCACHIR


Autor e encenador CLAUDIO TOLCACHIR
Assistência e direcção MACARENA TRIGO
Iluminação OMAR POSSEMATO

Com
ARACELI DVOSKIN | MIRIAM ODORICO | INDA LAVALLE | LAUTARO PEROTTI | TAMARA KIPER | DIEGO FATUROS | GONZALO RUIZ | JORGE CASTAÑO
Produção MAXIME SEUGÉ | JONATHAN ZAK

sexta-feira, janeiro 04, 2008

Turismo Infinito - Teatro Nacional D. Maria II

Turismo Infinito
Sala Garrett
11 de Jan a 26 de Jan 2008
[Reservar]

3ª a SÁB. 21h30 DOM. 16h00

“Sou a cena viva onde passam vários actores representando várias peças.” A frase que Bernardo Soares escreve pelo punho de Fernando Pessoa é uma das muitas epígrafes possíveis de Turismo Infinito, espectáculo em que Ricardo Pais dobra a esquina de diversas sínteses, empreendendo uma viagem ao fulgurante universo de Fernando Pessoa. O impressivo dispositivo cénico concebido por Manuel Aires Mateus figura a psyche de Pessoa, “porto infinito” onde chegam ou de onde partem o guarda-livros Bernardo Soares, o histérico e futurista Álvaro de Campos, o interseccionista “Fernando Pessoa” e o bucólico mestre Alberto Caeiro.

Também Ofélia Queirós – a mulher com quem o poeta teve o único envolvimento amoroso conhecido – é convocada pela dramaturgia finamente urdida por António M. Feijó, que supera a redutora clivagem entre “vida” e “obra”, e põe em relevo alguns ritmos maiores do universo Pessoa. De novo com João Reis no elenco quase residente do TNSJ, mas também com a inspirada inventividade de colaboradores que o acompanham desde 2003, Ricardo Pais experimenta a performatividade da(s) escrita(s) de Pessoa, tecendo um poderoso enredo de estímulos auro-visuais e pondo-nos em contacto com a obra de um homem que, de modo heróico, pretendeu – e conseguiu – “introduzir beleza no mundo”.


encenação RICARDO PAIS
com a colaboração de NUNO M CARDOSO
dispositivo cénico MANUEL AIRES MATEUS
figurinos BERNARDO MONTEIRO
desenho de luz NUNO MEIRA
sonoplastia FRANCISCO LEAL
voz | elocução JOÃO HENRIQUES

COM

JOÃO REIS | EMÍLIA SILVESTRE | PEDRO ALMENDRA
JOSÉ EDUARDO SILVA | LUÍS ARAÚJO

[Cronologia de Fernando Pessoa]

[Fernando Pessoa no Teatro Português]

[Perfil de Ricardo Pais]

[Heterónimos de Fernando Pessoa]

LINK: http://www.teatro-dmaria.pt/Temporada/emCena.aspx
Fotografias

sexta-feira, dezembro 28, 2007

"Se queres um amigo cativa-me..."


O Principezinho

Aliando a poesia, o imaginário e as imagens de Saint-Exupery com as novas tecnologias do vídeo, da luz e do som, Filipe La Féria tenciona com este espectáculo aproximar o mundo deste autor eterno com as crianças, o seu público de sempre.
Ligando-se às comemorações dos sessenta anos da publicação de «O Principezinho» e respeitando a obra de Saint-Exupery, o encenador irá tirar das páginas do livro e passar para a magia do palco as personagens e os episódios que durante anos e anos fazem sonhar adultos e crianças.
Numa altura em que o sonho se afasta cada vez mais do quotidiano de cada um, Filipe La Féria quer apelar à imaginação das crianças que visitam o Teatro Rivoli, para que o jovem público de hoje possa, em anos vindouros, ensinar os seus filhos os mesmo ideais e valores, para que as futuras gerações vivam num planeta mais solidário, mais sensível e mais feliz.


Classificação etária: M/6 anos

1ª Plateia - 12.50€
2ª Plateia - 10.00€
1º Balcão - 12.50€
2º Balcão - 10.00€
3º Balcão - 7.50€


Teatro Rivoli

223392200
Porto, Pç. D. João I
Autocarros: 3, 23, 35, 52.
Teatro Municipal do Porto. Dois auditórios (com lotações de 178 e 858 pessoas), um café concerto e um restaurante.

segunda-feira, dezembro 10, 2007

Contos Fantásticos, de Terry Jones
Sala Principal do Teatro S. Luiz

Até 15 DEZ



Os Contos Fantásticos do lendário Monty Python, musicados por Luís Tinoco e narrados pelo próprio Terry Jones e por João Reis.



Mais Informação


terça-feira, dezembro 04, 2007

Teatro Nacional de São João

Programação Aqui

Teatro Nacional D. Maria II

Em Cena:
Imagem para decoração
Boneca
Sala Estúdio
Até 16 de Dez 2007
Imagem para decoração
a partir de “Uma Casa de Bonecas” de Henrik Ibsen
encenação Nuno Cardoso
[+info] Imagem para decoração [Reservar] Imagem para decoração [Comprar Online]
Imagem para decoração
A Última ceia ou sobre o cerejal
Teatro da Politécnica
Até 18 de Dez 2007
Imagem para decoração
a partir de “O Cerejal” de Anton Tchekov
encenação Mónica Calle
[+info] Imagem para decoração Imagem para decoração
Imagem para decoração
Sonho de uma noite de verão
Sala Garrett
Até 30 de Dez 2007
[+info] Imagem para decoração [Reservar] Imagem para decoração [Comprar Online]
Imagem para decoração
Sweeney Todd
Sala Azul do Teatro Aberto
Até 31 de Dez 2007
Imagem para decoração
O Terrível Barbeiro de Fleet Street
de Stephen Sondheim
encenação João Lourenço
[+info] Imagem para decoração Imagem para decoração [Comprar Online]
Imagem para decoração
Darwin no Jardim
Teatro da Politécnica (Jardim Botânico)
Até 31 de Dez 2007
Imagem para decoração
concepção Laura Nardi [+info] Imagem para decoração Imagem para decoração
Imagem para decoração
O Que Sabemos (Conferência de R. Feynman)
Museu de Ciência
Até 03 de Fev 2008
Imagem para decoração
a partir de QED de Peter Parnel
encenação Amândio Pinheiro
[+info] Imagem para decoração Imagem para decoração
Imagem para decoração
Memorial do Convento
Capela do Campo Santo, no Palácio Nacional de Mafra
Até 08 de Dez 2007
Imagem para decoração
texto “Memorial do Convento” de José Saramago
adaptação dramatúrgica de Filomena Oliveira e Miguel Real
encenação Filomena Oliveira
[+info] Imagem para decoração Imagem para decoração

5º Encontro de Teatro Ibérico

Informação AQUI

Cabaré de Ofélia

"Cabaré de Ofélia" é uma obra inédita, cómica e dramática, poética e musical, que revisita teatralmente o universo do Modernismo português, da geração de "Orpheu."
Cecilia é filha adoptiva de Daisy, uma menina mulata que esta arrancou à vida das ruas do Rio de Janeiro em 1915, quando apresentava em digressão um show/recital na cidade brasileira, dedicado aos poetas de "Orpheu", então apelidados de loucos pela imprensa portuguesa. A talentosa actriz-cantora seguirá as pisadas da mãe adoptiva no mundo do espectáculo no Portugal dos anos vinte, e é ela a cicerone que chama à cena a amiga Judith Teixeira (poetisa censurada e maldita que integrou o primeiro movimento Modernista em Portugal).


Em cena até 8 de Dezembro
De Quarta a Sábado, às 23h00
Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende em Évora

Estreia 9 de Janeiro de 2008
Em cena até 20 de Janeiro
Teatro da Trindade, em Lisboa

sábado, novembro 17, 2007

27ª edição do Festival de Teatro da Covilhã começa domingo
A 27ª edição do Festival de Teatro da Covilhã começa no domingo e até ao dia 1 de Dezembro levará ao palco da sede do Teatro das Beiras um conjunto de 13 peças por diferentes companhias do país e pelo menos uma cara conhecida dos ecrãs da TV.
Seis das peças são dedicadas às crianças, com o objectivo de «formar novos públicos», realça Fernando Sena, director da companhia profissional, que lamenta a falta de apoios.
Com um orçamento de 60 mil euros, «este é - assinala - o festival possível, dadas as limitações financeiras». A iniciativa é financiada apenas pela Direcção Geral das Artes.
A este propósito, Fernando Sena lamenta a falta de apoio da Câmara da Covilhã, observando que «não há sequer uma resposta» da autarquia a explicar a razão.
Questionado pela Agência Lusa, o presidente da Câmara da Covilhã, Carlos Pinto, confirmou ter um pedido do Teatro das Beiras, ainda sem resposta.
«Tenho uma carta em cima da mesa, vamos ver o que se pode arranjar», disse.
O programa do Festival arranca domingo com «Molière», uma comédia biográfica de Carlos Goldoni sobre um dos seus mestres declarados, apresentada pela companhia anfitriã.
No dia 22, a Quarta Parede, outra companhia da Covilhã, apresenta «Os fios que a lã tece», um espectáculo que reconstitui o passado da cidade, ligado à indústria dos lanifícios.
Segue-se uma comédia negra sobre a frivolidade da vida contemporânea intitulada «A Tua Ternura Molotov», pelo Al-MaSRAH Teatro (Tavira). A peça é apresentada no dia 23.
Para dia 24 está reservado um dos destaques do Festival: «Stabat Mater», pelos Artistas Unidos (Lisboa), que leva à Covilhã a actriz Maria João Luís.
Depois de ter encarnado Natália de Noronha, uma das personagens mais bem humoradas da telenovela «Doce Fugitiva» (TVI), Maria João Luís surge em «Stabat Mater» num registo completamente distinto como ex-prostituta, mergulhada na miséria e cheia de ódio contra a sociedade, numa peça de António Tarantino.
O Trigo Limpo Teatro Acert (Tondela) apresenta «Duas Histórias de Solidão, Duas Histórias a Sós» no dia 29, com duas personangens em registos paralelos sobre momentos marcantes das suas vidas.
A parte final do festival tem humor, no dia 30, com a comédia «O Valentão do Mundo Ocidental», de Synge, apresentada pelo CENDREV (Évora), e um conto popular no 1 de Dezembro, «Miséria», pelo Teatro de Marionetas do Porto.
Todos estes espectáculos estão marcados para as 21:30. Mas o cartaz inclui outras seis peças para crianças, com sessões, às 11:00 e 14:30.
Estas sessões arrancam dia 19 com o grupo Jangada de Pedra e a peça «Quem come a minha casinha», seguindo-se «A Revolta dos Livros» (dia 20) pelo Teatro de Portalegre, «Tosta Mista Show» (dia 21) pelo grupo Tosta Mista, e «Agakuke e Mamadu o Marabu» (dia 26), pelo Lua Cheia Teatro.
As últimas duas peças para os mais novos são apresentadas pelo grupo Marimbondo, com a «Volta ao Mundo em 10 instrumentos» e o Teatro do Imaginário com «Uma árvore com história».
O programa do Festival de Teatro da Covilhã inclui ainda animação musical com a Roda do Chorinho, dia 24, e Kumpania Algazarra, no dia 1 de Dezembro, ambos às 23:00, no Café Teatro da sede da companhia.

Fonte: Diário Digital / Lusa