quinta-feira, março 29, 2012
Felizmente há Luar, Auditório Municipal de Gaia
Rua Moçambique - 223.771.820
Drama
Até 01/04/2012
3ª a Sáb. às 21h30 e Dom. às 16h
€10,00
quinta-feira, agosto 27, 2009
quinta-feira, julho 23, 2009
quinta-feira, junho 25, 2009
Teatro - O Processo
O Processo A partir da obra de Franz Kafka; Ricardo Bargão, adaptação e encenação; José Carlos Venâncio, Márcio Oliveira, Miguel Leitão, Natacha Noronha Paulino e Pedro Wilkinson, interpretação.Até 31 Jul Qui a Sáb: 22h |
| Espectáculo adaptado da obra do escritor checo Franz Kafka (1883-1924). Texto publicado em 1925 conta a história de Josef K. que certa manhã é acordado por dois homens que o vêm prender. Josef não sabe o motivo porque é preso e sujeito a um longo e incompreensível processo. Ao longo da peça, o protagonista vai juntando informação para tentar perceber que crime cometeu. No fim, a justiça é implacável e Josef é condenado à morte por algo nunca revelado. |
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| Informações Úteis: 210 994 142 Preço dos bilhetes: 10€ Maiores 16 anos Duração: 100min |
Gota Teatro Oficina
Endereço: Calçada do Correio Velho, 14-16
1100-171 Lisboa
quarta-feira, maio 27, 2009
Fura dels Baus apresenta novo espectáculo "Imperium" no Festival Imaginarius, em Santa Maria da Feira
Esta companhia espanhola, oriunda de Barcelona, será uma das grandes atracções no programa do 9º Imaginarius - Festival Internacional de Teatro de Rua, que decorre de 28 a 31 de Maio, no centro histórico.
O espectáculo, para maiores de 16 anos, será apresentado no Pavilhão da Lavandeira, a 28, 29 e 30 de Maio, às 21:30, com lotação limitada a 1100 lugares por sessão.
Fonte: Lusa
quarta-feira, abril 01, 2009
A CASA
De | Ana Ribeiro
Com | Ana Ribeiro e David Dias
Voz off | Mónica Calle e Mónica Garnel
Espaço cénico | Sttiga
Design gráfico | António Duarte
Bilhete | 6 €
Info / Reservas | 91 995 6566
Site | www.casaconveniente.pt
"Perguntam-me porquê? Vou dar-vos a resposta.”
Stig Dagerman, "O Vestido Vermelho”
"Perfilados de medo, agradecemos
o medo que nos salva da loucura.
Decisão e coragem valem menos
E a vida sem viver é mais segura.
Aventureiros já sem aventura,
perfilados de medo combatemos
irónicos fantasmas à procura
do que não fomos, do que não seremos.
Perfilados de medo, sem mais voz,
o coração nos dentes oprimido,
os loucos, os fantasmas somos nós.
Rebanho pelo medo perseguido,
já vivemos tão juntos e tão sós
que da vida perdemos o sentido..."
Alexandre O'Neill, "Perfilados de medo”
“Mas as raparigas continuam a querer ir para Moscovo"
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Casa Conveniente
Direcção artística: Mónica Calle
Rua Nova do Carvalho, n.º 11
(ao Cais do Sodré)
1200-291 Lisboa
teatro.casaconveniente@gmail.
www.casaconveniente.pt
Estrutura financiada pela DGArtes / Ministério da Cultura
sexta-feira, março 27, 2009
O espectáculo, na sexta e sábado, começa às 21.30, no Domingo às 16.30 e o vinho do Porto, os deliciosos "pirilampos" e os figos secos lá continuam para fazermos companhia à Menina Olímpia.
O evento tem a duração cerca de 1,15 h. mas não se dá pelo tempo a passar de tão extraordinário.
Prepare-se para experimentar os mais nobres sentimentos e sensações: ternura, emoção, compaixão, fraternidade, cumplicidade, serenidade.
Leve um lenço. Talvez lhe aconteça chorar - de pena ou de melancolia ou de muita paz.
Os bilhetes são adquiridos no local a 3,00€.
Livraria Poetria
terça-feira, março 24, 2009
Transacções
Sala: Teatro Municipal Maria Matos
Categoria: Teatro
Sinopse
Loren, a protagonista, é uma marchand (negociadora de arte) não muito bem sucedida que vê neste quadro a possibilidade de fazer o negócio “da sua vida”. David Truscott, um milionário em processo de divórcio, pretende aliená-lo para assim não ter de o partilhar com a sua mulher. Gerry, marido de Loren, é um psiquiatra, cansado da sua profissão, que gosta de manter um certo status e qualidade de vida, vendo nas tentativas de negócio de Loren, quase todas falhadas, um passo certo para a ruína. Há mais dois casais: Kel e Mindy, que gerem um site de entregas rápidas na Internet, jovens bem sucedidos e que enriqueceram depressa e Manny e Phyllis, milionários que gostam de encher a casa com obras de arte mais por ostentação do que por gosto e sabedoria. Por fim temos Dawn Grey, uma consultora que conhece bem o mercado da arte e que trabalha para uma empresa que pretende investir em “valores seguros” para assim potenciar os seus ganhos.
As cenas desenrolam-se em dois actos, com tentativas várias para arrecadar o quadro, com avanços e recuos, especulações, chantagens e revelações bizarras sobre as características dos personagens. Ao longo da peça, e à medida que vai parecendo certa a venda do quadro a um dos vários solicitadores, vamos percebendo o fio frágil das várias relações, todas em estado ruptura, todas “a bout de souffle”, caminhando para um fim que parece inevitável. Os diálogos, são também reveladores de uma série de lugares-comuns mais ou menos abrangentes sobre a complexa teia do mercado da arte e dos seus negociadores. Dealers à procura do seu lugar ao sol.
Texto – David Williamson
Tradução – Manuel Portela
Encenação – João Reis
Assistente de Encenação – Cláudia Cheu
Cenografia – Pedro Tudela
Figurinos – Helena Carmona
Desenho de Luz – Nuno Meira
domingo, março 22, 2009
Através da arte, a Associação para a Defesa dos Direitos Humanos pretende sensibilizar o cidadão para as grandes questões da violação dos direitos humanos, ao mesmo tempo que angaria fundos.
Estes são os objectivos da peça Inocente Silêncio, de Laura Vasconcellos, em cena no Teatro da Comuna, em Março. Inocente Silêncio fala da cruel realidade da prostituição infantil no Cambodja, Laos e Tailândia.
A história desenrola-se nesse mundo bárbaro, onde se assiste à compra e tráfico de crianças, levando às mais terríveis torturas físicas, emocionais e, muitas vezes, à morte.
A autora conta a história de Mei Win, uma menina natural do Cambodja, vendida por familiares a uma casa de prostituição e retrata a luta diária dessas crianças pela sobrevivência.
Inocente Silêncio é inspirada em factos verídicos, descrevendo o percurso de Mei Win, até sair dessa vida de sofrimento, para se tornar numa defensora activa dos direitos dessas crianças.
No foyer está também presente uma exposição de fotografias, quadros, desenhos e esculturas. A venda dessas obras reverterá igualmente para a ADDHU.
Horário até 28 de Março, de quinta a sábado, às 21h30
Preço 10 euros
Fonte: Destak.pt
segunda-feira, março 16, 2009
sábado, março 14, 2009
«Caveman» em cena no Teatro Rivoli
Jorge Mourato estará em palco de quarta-feira a sábado, pelas 21h30, e aos domingos às 19h00.
quinta-feira, março 12, 2009
No CCB

A Omissão da Família Coleman é a primeira obra do autor e encenador Claudio Tolcachir. Um retrato grotesco de uma família à beira da dissolução.
22 Mar 2009 - 16:00
PEQUENO AUDITÓRIO - SALA EDUARDO PRADO COELHO
Uma família argentina de classe média-baixa atravessa uma situação económica muito difícil. Temos Memé, a mãe, demasiado infantil para lidar com tudo o que enfrenta, os seus filhos, quatro jovens adultos, cada um com os seus problemas, e a avó que representa a autoridade moral da casa. A vida vai correndo com normalidade até ao dia em que a avó fica doente. No hospital, todos aproveitam a estada da avó para se aquecer, comer, tomar banho porque em casa já não é possível. Os conflitos acentuam-se e a família Coleman vai-se debatendo entre o absurdo do quotidiano e a violência. O humor é negro e corrosivo e vai levar-nos a reconhecer nos Coleman algumas das nossas tragédias familiares.
“Tudo o que eu poderia ser e fazer se não estivesse aqui?”
“Poderia alguma vez não estar aqui?”
“Quem sou fora desta casa e desta família?”
CLAUDIO TOLCACHIR
Autor e encenador CLAUDIO TOLCACHIR
Assistência e direcção MACARENA TRIGO
Iluminação OMAR POSSEMATO
Com
ARACELI DVOSKIN | MIRIAM ODORICO | INDA LAVALLE | LAUTARO PEROTTI | TAMARA KIPER | DIEGO FATUROS | GONZALO RUIZ | JORGE CASTAÑO
Produção MAXIME SEUGÉ | JONATHAN ZAK
sexta-feira, janeiro 04, 2008
Turismo Infinito - Teatro Nacional D. Maria II
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| 3ª a SÁB. 21h30 DOM. 16h00 “Sou a cena viva onde passam vários actores representando várias peças.” A frase que Bernardo Soares escreve pelo punho de Fernando Pessoa é uma das muitas epígrafes possíveis de Turismo Infinito, espectáculo em que Ricardo Pais dobra a esquina de diversas sínteses, empreendendo uma viagem ao fulgurante universo de Fernando Pessoa. O impressivo dispositivo cénico concebido por Manuel Aires Mateus figura a psyche de Pessoa, “porto infinito” onde chegam ou de onde partem o guarda-livros Bernardo Soares, o histérico e futurista Álvaro de Campos, o interseccionista “Fernando Pessoa” e o bucólico mestre Alberto Caeiro. Também Ofélia Queirós – a mulher com quem o poeta teve o único envolvimento amoroso conhecido – é convocada pela dramaturgia finamente urdida por António M. Feijó, que supera a redutora clivagem entre “vida” e “obra”, e põe em relevo alguns ritmos maiores do universo Pessoa. De novo com João Reis no elenco quase residente do TNSJ, mas também com a inspirada inventividade de colaboradores que o acompanham desde 2003, Ricardo Pais experimenta a performatividade da(s) escrita(s) de Pessoa, tecendo um poderoso enredo de estímulos auro-visuais e pondo-nos em contacto com a obra de um homem que, de modo heróico, pretendeu – e conseguiu – “introduzir beleza no mundo”.
COM JOÃO REIS | EMÍLIA SILVESTRE | PEDRO ALMENDRA [Cronologia de Fernando Pessoa] | |||||
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sexta-feira, dezembro 28, 2007
"Se queres um amigo cativa-me..."
O Principezinho
Ligando-se às comemorações dos sessenta anos da publicação de «O Principezinho» e respeitando a obra de Saint-Exupery, o encenador irá tirar das páginas do livro e passar para a magia do palco as personagens e os episódios que durante anos e anos fazem sonhar adultos e crianças.
Numa altura em que o sonho se afasta cada vez mais do quotidiano de cada um, Filipe La Féria quer apelar à imaginação das crianças que visitam o Teatro Rivoli, para que o jovem público de hoje possa, em anos vindouros, ensinar os seus filhos os mesmo ideais e valores, para que as futuras gerações vivam num planeta mais solidário, mais sensível e mais feliz.
Classificação etária: M/6 anos
1ª Plateia - 12.50€
2ª Plateia - 10.00€
1º Balcão - 12.50€
2º Balcão - 10.00€
3º Balcão - 7.50€
Teatro Rivoli
| 223392200 | |
| Porto, Pç. D. João I | |
| Autocarros: 3, 23, 35, 52. | |
| Teatro Municipal do Porto. Dois auditórios (com lotações de 178 e 858 pessoas), um café concerto e um restaurante. |
segunda-feira, dezembro 10, 2007
Sala Principal do Teatro S. Luiz
Até 15 DEZ
Os Contos Fantásticos do lendário Monty Python, musicados por Luís Tinoco e narrados pelo próprio Terry Jones e por João Reis.
terça-feira, dezembro 04, 2007
Teatro Nacional D. Maria II
| Em Cena: |
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| Boneca |
| Sala Estúdio |
| Até 16 de Dez 2007 |
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| a partir de “Uma Casa de Bonecas” de Henrik Ibsen encenação Nuno Cardoso [+info] |
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| A Última ceia ou sobre o cerejal |
| Teatro da Politécnica |
| Até 18 de Dez 2007 |
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| a partir de “O Cerejal” de Anton Tchekov encenação Mónica Calle [+info] |
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| Sonho de uma noite de verão |
| Sala Garrett |
| Até 30 de Dez 2007 |
| [+info] |
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| Sweeney Todd |
| Sala Azul do Teatro Aberto |
| Até 31 de Dez 2007 |
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| O Terrível Barbeiro de Fleet Street de Stephen Sondheim encenação João Lourenço [+info] |
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| Darwin no Jardim |
| Teatro da Politécnica (Jardim Botânico) |
| Até 31 de Dez 2007 |
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| concepção Laura Nardi [+info] |
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| O Que Sabemos (Conferência de R. Feynman) |
| Museu de Ciência |
| Até 03 de Fev 2008 |
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| a partir de QED de Peter Parnel encenação Amândio Pinheiro [+info] |
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| Memorial do Convento |
| Capela do Campo Santo, no Palácio Nacional de Mafra |
| Até 08 de Dez 2007 |
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| texto “Memorial do Convento” de José Saramago adaptação dramatúrgica de Filomena Oliveira e Miguel Real encenação Filomena Oliveira [+info] |
Cabaré de Ofélia
Cecilia é filha adoptiva de Daisy, uma menina mulata que esta arrancou à vida das ruas do Rio de Janeiro em 1915, quando apresentava em digressão um show/recital na cidade brasileira, dedicado aos poetas de "Orpheu", então apelidados de loucos pela imprensa portuguesa. A talentosa actriz-cantora seguirá as pisadas da mãe adoptiva no mundo do espectáculo no Portugal dos anos vinte, e é ela a cicerone que chama à cena a amiga Judith Teixeira (poetisa censurada e maldita que integrou o primeiro movimento Modernista em Portugal).
Em cena até 8 de Dezembro
De Quarta a Sábado, às 23h00
Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende em Évora
Estreia 9 de Janeiro de 2008
Em cena até 20 de Janeiro
Teatro da Trindade, em Lisboa
sábado, novembro 17, 2007
Seis das peças são dedicadas às crianças, com o objectivo de «formar novos públicos», realça Fernando Sena, director da companhia profissional, que lamenta a falta de apoios.
Com um orçamento de 60 mil euros, «este é - assinala - o festival possível, dadas as limitações financeiras». A iniciativa é financiada apenas pela Direcção Geral das Artes.
A este propósito, Fernando Sena lamenta a falta de apoio da Câmara da Covilhã, observando que «não há sequer uma resposta» da autarquia a explicar a razão.
Questionado pela Agência Lusa, o presidente da Câmara da Covilhã, Carlos Pinto, confirmou ter um pedido do Teatro das Beiras, ainda sem resposta.
«Tenho uma carta em cima da mesa, vamos ver o que se pode arranjar», disse.
O programa do Festival arranca domingo com «Molière», uma comédia biográfica de Carlos Goldoni sobre um dos seus mestres declarados, apresentada pela companhia anfitriã.
No dia 22, a Quarta Parede, outra companhia da Covilhã, apresenta «Os fios que a lã tece», um espectáculo que reconstitui o passado da cidade, ligado à indústria dos lanifícios.
Segue-se uma comédia negra sobre a frivolidade da vida contemporânea intitulada «A Tua Ternura Molotov», pelo Al-MaSRAH Teatro (Tavira). A peça é apresentada no dia 23.
Para dia 24 está reservado um dos destaques do Festival: «Stabat Mater», pelos Artistas Unidos (Lisboa), que leva à Covilhã a actriz Maria João Luís.
Depois de ter encarnado Natália de Noronha, uma das personagens mais bem humoradas da telenovela «Doce Fugitiva» (TVI), Maria João Luís surge em «Stabat Mater» num registo completamente distinto como ex-prostituta, mergulhada na miséria e cheia de ódio contra a sociedade, numa peça de António Tarantino.
O Trigo Limpo Teatro Acert (Tondela) apresenta «Duas Histórias de Solidão, Duas Histórias a Sós» no dia 29, com duas personangens em registos paralelos sobre momentos marcantes das suas vidas.
A parte final do festival tem humor, no dia 30, com a comédia «O Valentão do Mundo Ocidental», de Synge, apresentada pelo CENDREV (Évora), e um conto popular no 1 de Dezembro, «Miséria», pelo Teatro de Marionetas do Porto.
Todos estes espectáculos estão marcados para as 21:30. Mas o cartaz inclui outras seis peças para crianças, com sessões, às 11:00 e 14:30.
Estas sessões arrancam dia 19 com o grupo Jangada de Pedra e a peça «Quem come a minha casinha», seguindo-se «A Revolta dos Livros» (dia 20) pelo Teatro de Portalegre, «Tosta Mista Show» (dia 21) pelo grupo Tosta Mista, e «Agakuke e Mamadu o Marabu» (dia 26), pelo Lua Cheia Teatro.
As últimas duas peças para os mais novos são apresentadas pelo grupo Marimbondo, com a «Volta ao Mundo em 10 instrumentos» e o Teatro do Imaginário com «Uma árvore com história».
O programa do Festival de Teatro da Covilhã inclui ainda animação musical com a Roda do Chorinho, dia 24, e Kumpania Algazarra, no dia 1 de Dezembro, ambos às 23:00, no Café Teatro da sede da companhia.
Fonte: Diário Digital / Lusa

